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Guarda Municipal intensifica fiscalização contra cerol e linhas cortantes em Várzea Grande

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A Guarda Municipal intensificou, neste final de semana, a Operação Céu Azul a qual tem o objetivo de coibir o uso de linhas cortantes na prática de soltar pipas e garantir a segurança da população.

As equipes realizaram rondas preventivas nos bairros Vitória Régia, Jardim Glória I, Jardim Glória II, além do Parque Bernardo Berneck, e também nas regiões do Chapéu do Sol, Cristo Rei e São Mateus, locais onde tradicionalmente há maior concentração de pessoas praticando a atividade.

A ação tem como foco principal inibir a utilização de linha com cerol, linha chilena e linha tailandesa, materiais extremamente cortantes que representam sérios riscos à população. Esses tipos de linhas podem provocar acidentes graves envolvendo crianças, ciclistas, motociclistas e pedestres, além de causar ferimentos severos e até situações fatais.

O comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos, reforça que, apesar de soltar pipa ser uma atividade cultural e recreativa comum, o uso de materiais cortantes é proibido e representa um grande perigo, especialmente em áreas urbanas e próximas a vias com circulação de veículos.

“Estamos intensificando o patrulhamento preventivo, orientando a população e realizando abordagens educativas, reforçando a importância de uma brincadeira segura e consciente. Não estamos impedindo as pessoas de soltarem pipa, mas sim inibindo o uso desses materiais que podem até causar a morte de alguém”, disse Lemos.

A Guarda Municipal reforça ainda que a colaboração da comunidade é fundamental.

Em caso de flagrante do uso de linhas cortantes, a população pode acionar a Guarda Municipal (153) através do Centro de Inteligência Municipal de Segurança, para que as providências cabíveis sejam adotadas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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