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Extensão de rede leva mais água e pressão à região do Colinas Verdejantes

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Obra interliga sistemas e beneficia diretamente moradores do Colinas, Cohab João Baracat e bairros vizinhos

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) está executando um importante obra de extensão de rede com 1.800 metros de nova tubulação para reforçar o abastecimento de água na região do Colinas Verdejantes. A intervenção conecta o sistema da Estrada do Capão ao setor que atende o bairro, oferecendo uma solução concreta para antigos problemas de baixa pressão e interrupções no fornecimento.

A obra beneficia diretamente os moradores da parte baixa do Colinas Verdejantes, da Cohab João Baracat e de bairros vizinhos, ampliando a capacidade de distribuição e garantindo mais estabilidade no serviço.

“Essa é uma solução pontual, mas extremamente efetiva. Vai transformar o cotidiano de centenas de famílias que há anos enfrentam dificuldades com o abastecimento. Mas é importante lembrar que esses investimentos só se tornam possíveis com a contribuição da população. O pagamento das faturas em dia é essencial para mantermos e ampliarmos a qualidade do serviço”, destacou o diretor-presidente do DAE, Zilmar Dias.

Os trabalhos seguem em ritmo acelerado e a previsão é que a nova rede esteja totalmente conectada e em funcionamento nas próximas semanas.

Essa ação integra o plano de modernização do sistema de abastecimento de Várzea Grande, alinhado ao compromisso da autarquia com a eficiência, transparência e qualidade na prestação dos serviços públicos de água e esgoto.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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