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DAE participa do 5º Mutirão de Cidadania Social no Jardim Maringá

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A autarquia levará a campanha Regularize Já, que oferece condições especiais para negociação de débitos, com parcelamento em até 36 vezes e descontos que podem chegar a 97% em juros e multas

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) estará presente no 5º Mutirão de Cidadania Social, que acontece no próximo sábado, 30 de agosto. O evento é promovido pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD) e pelo vereador Charles da Educação (UB), e tem como objetivo aproximar a população dos serviços públicos gratuitos, com atendimentos e orientações nas áreas de saúde, educação, assistência social, cidadania, cultura e lazer.

A ação será realizada das 07h30 às 12h, na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Alino Ferreira de Magalhães’, no Jardim Maringá, no grande Parque do Lago.

O DAE vai disponibilizar todos os serviços do setor comercial, incluindo emissão de segunda via de faturas, solicitação de novas ligações de água, reativações de cavaletes, registro de reclamações e pedidos de vistoria. Além disso, a autarquia levará a campanha Regularize Já, que oferece condições especiais para negociação de débitos, com parcelamento em até 36 vezes e descontos que podem chegar a 97% em juros e multas.

Com a participação no mutirão, o DAE reforça seu compromisso em facilitar o acesso da população aos serviços de água e esgoto, contribuindo para a regularização de pendências e ampliando o diálogo com a comunidade várzea-grandense.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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