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Avenidas Miguel Sutil e Dom Orlando Chaves recebem reforço na sinalização e iluminação  

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Intervenções incluem faixa acessível, sonorizadores, sinalização e troca de lâmpadas

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, realizou um conjunto de ações nas Avenidas Miguel Sutil e Dom Orlando Chaves, na região da Ponte Nova, com foco na segurança viária e na mobilidade de pedestres e motoristas que circulam pela região.

Entre os serviços executados estão a implantação de sonorizadores, lombada eletrônica, sinalização horizontal, além da instalação de placas de orientação de trânsito. O objetivo é reduzir a velocidade dos veículos e oferecer mais segurança na travessia.

A secretaria também realizou serviços de limpeza pública, pintura de meio-fio em todo o entorno, com destaque para a rotatória do bairro Manga/Construmat e o viaduto Izabel Campos, além da manutenção da iluminação pública no trecho. Outro ponto importante foi a implantação de faixa de pedestre acessível, executada em parceria com a Secretaria de Obras.

O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, destacou a importância do trabalho diário realizado pelas equipes. “Nossa prioridade é garantir segurança e mobilidade para todos. A Travessia da Avenida Dom Orlando Chaves estava com problemas desde a sua implantação, mas com planejamento técnico conseguimos adequar a faixa de pedestres em local apropriado, com acessibilidade e toda a sinalização necessária. Esse é um trabalho que realizamos diariamente em diferentes pontos da cidade, sempre buscando melhorar a qualidade de vida da população”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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