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Avenida principal do bairro Paiaguás será totalmente recuperada após instalação de adutoras

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A Rua 58, via principal do Bairro Paiaguás, em Várzea Grande, será totalmente revitalizada após a conclusão das obras de implantação de uma nova adutora de água potável, com 1.300 metros de extensão. A intervenção faz parte do conjunto de ações previstas para melhorar a infraestrutura do bairro e a qualidade de vida dos moradores.

Atualmente, a via apresenta condições comprometidas devido à falta de manutenção ao longo dos anos. Por integrar o trajeto de maior circulação do bairro, a Rua 58 está entre as prioridades do cronograma de obras.

O Departamento de Água e Esgoto (DAE) está realizando, nesta primeira etapa, a substituição e reparo de tubulações para eliminar diversos vazamentos identificados na região. Concluída essa fase, terá início a preparação do solo, com serviços de terraplanagem e compactação, seguida da aplicação da nova camada asfáltica.

As obras no Bairro Paiaguás, que contam com investimento total de R$ 10 milhões sendo R$ 7 milhões provenientes de convênio e R$ 3 milhões de recursos próprios seguem dentro do cronograma estabelecido e, quando concluídas, irão garantir melhorias significativas na mobilidade urbana e no abastecimento de água.

A equipe de engenharia da Secretaria de Viação e Obras acompanha de forma permanente o avanço dos trabalhos para assegurar a qualidade e o cumprimento dos prazos.

Segundo o secretário da pasta, Celso Pereira, a recuperação da via principal representa um marco para a região.

“Estamos atuando de forma integrada com o DAE para que, após a implantação da adutora, a pavimentação seja feita com a qualidade necessária, garantindo mais segurança e conforto aos moradores. É uma obra importante, que vai transformar a realidade do bairro Paiaguás”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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