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Avenida principal do bairro Paiaguás será totalmente recuperada após instalação de adutoras

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A Rua 58, via principal do Bairro Paiaguás, em Várzea Grande, será totalmente revitalizada após a conclusão das obras de implantação de uma nova adutora de água potável, com 1.300 metros de extensão. A intervenção faz parte do conjunto de ações previstas para melhorar a infraestrutura do bairro e a qualidade de vida dos moradores.

Atualmente, a via apresenta condições comprometidas devido à falta de manutenção ao longo dos anos. Por integrar o trajeto de maior circulação do bairro, a Rua 58 está entre as prioridades do cronograma de obras.

O Departamento de Água e Esgoto (DAE) está realizando, nesta primeira etapa, a substituição e reparo de tubulações para eliminar diversos vazamentos identificados na região. Concluída essa fase, terá início a preparação do solo, com serviços de terraplanagem e compactação, seguida da aplicação da nova camada asfáltica.

As obras no Bairro Paiaguás, que contam com investimento total de R$ 10 milhões sendo R$ 7 milhões provenientes de convênio e R$ 3 milhões de recursos próprios seguem dentro do cronograma estabelecido e, quando concluídas, irão garantir melhorias significativas na mobilidade urbana e no abastecimento de água.

A equipe de engenharia da Secretaria de Viação e Obras acompanha de forma permanente o avanço dos trabalhos para assegurar a qualidade e o cumprimento dos prazos.

Segundo o secretário da pasta, Celso Pereira, a recuperação da via principal representa um marco para a região.

“Estamos atuando de forma integrada com o DAE para que, após a implantação da adutora, a pavimentação seja feita com a qualidade necessária, garantindo mais segurança e conforto aos moradores. É uma obra importante, que vai transformar a realidade do bairro Paiaguás”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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