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Polícia Civil prende proprietária de pet shop investigada por fraude processual em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta terça-feira (19.5), uma proprietária de um pet shop por fraude processual, em Cuiabá. A empresária é investigada pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) por maus-tratos e omissão de cautela contra um cachorro.

O fato ocorreu no dia 13 de maio deste ano, quando a tutora do cachorro deixou o animal no pet shop, localizado no bairro Parque Ohara. O cachorro foi devolvido à proprietária com diversas lesões por queimaduras pelo corpo.

O caso chegou ao conhecimento da Dema na última segunda-feira (18.5). Diante da denúncia, a equipe policial iniciou diligências para localizar e intimar a responsável pelo estabelecimento a prestar esclarecimentos.

Segundo o delegado Guilherme Pompeo, responsável pela condução da investigação, durante as diligências, foi constatado que a empresária, com auxílio de familiares, retirou de sua residência, onde também funciona a empresa, os equipamentos utilizados no procedimento.

“Ela chegou a retirar as máquinas do local onde o serviço foi realizado, em uma evidente tentativa de dificultar a apuração dos fatos”, destacou o delegado.

Diante dos elementos apurados, a suspeita foi autuada pelo crime de fraude processual, previsto no artigo 347 do Código Penal.

Foi arbitrada fiança no valor de R$ 4.863 pelo crime de fraude processual, devendo a investigada responder ao procedimento em liberdade, conforme prevê a legislação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagrou operação contra investigados por homicídio ligado a facção em Tabaporã

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A Polícia Civil deflagrou, nessa sexta-feira (29.5), a Operação Imperium Remotum, com o objetivo de cumprir ordens judiciais relacionadas à investigação de um homicídio ocorrido em Americana do Norte, distrito de Tabaporã.

A ação resultou no cumprimento de dois mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão domiciliar, além da prisão em flagrante de três pessoas pelos crimes de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores.

A operação decorreu de investigação conduzida pela Delegacia de Tabaporã para apurar o homicídio de um homem, de, 19 anos, ocorrido no dia 10 de maio de 2026, no distrito de Americana do Norte. Durante a ação criminosa, a vítima morreu e outras quatro pessoas ficaram sob restrição de liberdade dentro da residência.

As investigações apontaram que o crime apresentou características dos chamados “tribunais do crime”, prática utilizada por facções criminosas para impor punições ilegais. Segundo a apuração, a execução, por meio de facadas e de um tiro, ocorreu por determinação de integrantes de uma facção criminosa.

Durante a operação, os policiais civis cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 21 anos, investigado por participação nos crimes de homicídio qualificado, cárcere privado e favorecimento ao domínio social estruturado.

No distrito de Nova Fronteira, durante o cumprimento da prisão preventiva, os policiais localizaram drogas prontas para comercialização, dinheiro, anotações relacionadas ao tráfico e aparelhos celulares. Diante do material apreendido, uma mulher, de 30 anos, foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico ilícito de drogas.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão em uma residência em Tabaporã, os policiais apreenderam porções de pasta base de cocaína, cocaína, maconha, balanças de precisão e aparelhos celulares. No local, uma mulher, de 24 anos, e um homem, de 21 anos, receberam voz de prisão em flagrante pelos crimes de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores.

Na mesma residência, os policiais conduziram quatro adolescentes, de 15, 17, 16 e 15 anos para a delegacia. Eles responderão por atos infracionais análogos aos crimes de tráfico ilícito de drogas e associação para o tráfico.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Tabaporã após representação da Polícia Civil e manifestação favorável do Ministério Público.

O nome da operação, Imperium Remotum, faz referência ao exercício de poder à distância, em alusão à dinâmica investigada, na qual integrantes da organização criminosa coordenavam decisões e determinações por meio de chamadas de vídeo e aplicativos de comunicação.

As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e concluir a apuração dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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