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Flávia Moretti anuncia fortalecimento da Guarda Municipal de Várzea Grande e recomposição salarial aos servidores da Defesa Social

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), anunciou, nesta terça-feira (28.04), que o município realizará a recomposição salarial aos servidores e a reestruturação da Secretaria Municipal de Defesa Social.

Durante a visita à pasta, Moretti destacou o trabalho e a dedicação dos servidores. Essa Secretaria abrange serviços essenciais como a Guarda Municipal, Defesa Civil Municipal, entre outros.

“Eu venho com muita alegria estar com vocês aqui. É um anseio de todos os servidores do município que a gente cumpra todos os enquadramentos e a recomposição salarial. Além disso, quero fortalecer cada vez mais institucionalmente um órgão o qual abriga a nossa Guarda Municipal”, disse Flávia Moretti.

A prefeita anunciou que pretende criar a Secretaria Municipal de Segurança Pública. “Quero fortalecer a Guarda Municipal, não só com melhor salário, por isso vamos enviar ao legislativo o projeto de lei que cria a Secretaria de Segurança Pública de Várzea Grande”, diz Flávia.

O secretário de Defesa Social, inspetor GM Louriney Silva, relata que a gestão tem olhado com carinho para a corporação. “Isso é reconhecimento, temos avançado muito estruturalmente. Com a atual gestão já tivemos o adicional de periculosidade, nova sede administrativa da Secretaria e da Guarda Municipal, entre outras importantes conquistas. Essas ações fazem com que nosso desempenho melhore ainda mais”, relata Louriney.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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