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PF recupera parte dos computadores furtados do Instituto Federal de Santa Catarina

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Florianópolis/SC. A Polícia Federal recuperou, nesta quinta-feira (12/2), em Belo Horizonte/MG, parte dos 11 computadores furtados do Campus São José do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), subtraídos na noite de 8/3/2025. O prejuízo estimado inicialmente ultrapassava R$ 30 mil.

A recuperação deu-se a partir da deflagração da Operação Relego, que investiga a atuação de um grupo especializado no furto, no transporte e na revenda de equipamentos da instituição.

No andamento das apurações, a PF identificou que os computadores foram distribuídos para outros estados, o que exigiu articulação interestadual para o rastreamento e para a recuperação do patrimônio público.

As investigações identificaram três suspeitos como autores do furto: uma mulher e dois homens, todos de nacionalidade estrangeira. As diligências relativas à receptação seguem em andamento, com foco na rota dos equipamentos e na possível identificação de novas ramificações do esquema criminoso.

A ação policial desta manhã decorreu de representação da Polícia Federal para busca e apreensão após aprofundamento das investigações e autorização pelo Judiciário, o que viabilizou a obtenção de novas provas e a reconstituição da dinâmica do crime.

Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina
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@pfsantacatarina

Fonte: Polícia Federal

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Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.

O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.

A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.

O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.

Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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