Polícia Federal
PF apresenta resultados do CCPI-Amazônia durante Conferência Internacional sobre Crimes contra a Vida Selvagem
Polícia Federal
Rio de Janeiro/RJ. A Polícia Federal apresentou, nesta quarta-feira (5/11), durante a Conferência Internacional sobre Crimes contra a Vida Selvagem, realizada no Rio de Janeiro, os resultados obtidos pela instituição após a criação do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI-Amazônia), em funcionamento desde junho de 2025, em Manaus/AM.
A estrutura, o funcionamento, os objetivos e os resultados do Centro foram apresentados pelo coordenador do CCPI-Amazônia, Paulo Henrique Oliveira Rocha, a especialistas em meio ambiente dos setores público, privado e da sociedade civil de diversos países.
Durante a apresentação, Paulo Henrique destacou que o CCPI-Amazônia não é apenas um centro de intercâmbio de informações, mas uma instância de governança do Plano AMAS, que impulsiona e coordena operações conjuntas entre seus membros e congrega projetos conexos, como o Ouro Alvo, as aquisições de aeronaves e embarcações, entre outros.
O coordenador ressaltou ainda os resultados da Operação Boiuna, realizada no Rio Madeira, responsável pela inutilização de quase 300 dragas utilizadas na extração ilegal de minério. “Nossa missão é ser um vetor de união de esforços para que vençamos os enormes desafios que temos na nossa missão de proteção ao meio ambiente”, finalizou Paulo Henrique.
Pela primeira vez, a conferência é organizada conjuntamente pela Polícia Federal do Brasil, INTERPOL, Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e The Royal Foundation.
O encontro busca fortalecer a cooperação internacional no enfrentamento ao tráfico de animais silvestres e a outros delitos ambientais, reconhecidos como atividades criminosas transnacionais que impactam a biodiversidade, os ecossistemas e a saúde pública.
Durante o evento são debatidos os desafios recentes e as estratégias de resposta em níveis nacional, regional e global, com destaque para a importância das ações conjuntas e da integração entre países e instituições.
A conferência prossegue até esta quinta-feira (6/11), com a participação de representantes de órgãos de fiscalização ambiental, forças policiais, organismos internacionais e entidades da sociedade civil de diversos países.
Entre os palestrantes estão especialistas da INTERPOL, UNODC, IBAMA, ICMBio, Receita Federal, universidades e organizações não governamentais, como GI-TOC, Freeland, IFAW e Instituto Vida Livre. O encontro reforça o compromisso das instituições envolvidas em fortalecer a cooperação global e integrar esforços de prevenção e repressão aos crimes contra a vida selvagem, em defesa da biodiversidade e do meio ambiente.
Acompanhe a cobertura completa em: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias
Coordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Comissão do Senado aprova licença de 2 dias para pai de natimorto
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou em turno suplementar, nesta quarta-feira (15), licença de dois dias ao pai do bebê em casos de aborto espontâneo ou de natimorto. Essa licença por falecimento da criança também será concedida ao cônjuge da gestante, mesmo que não seja o pai, independentemente do gênero. Caso não haja recurso para votação em Plenário, o PL 2.864/2025 seguirá para análise na Câmara dos Deputados.
Pelo regimento, propostas em análise final no Senado que recebem um substitutivo (versão alternativa) precisam passar por um turno suplementar na última comissão. No caso, o projeto de lei da senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), recebeu um substitutivo da senadora Jussara Lima (PSD-PI).
O texto aprovado altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que atualmente já concede à mãe o direito a duas semanas de licença.
O projeto original de Dra. Eudócia previa explicitar a possibilidade de a mãe prorrogar esse período por acordo individual e conceder o mesmo prazo ao pai do natimorto, com garantia de retorno à função anteriormente ocupada.
Ao mudar o texto, Jussara avaliou que o prazo de duas semanas ao outro genitor seria muito extenso. Segundo ela, o período assegurado à mulher está ligado também à recuperação física e biológica decorrente da perda gestacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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