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Polícia Civil prende integrantes de facção e fecha boca de fumo em Juara

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Três pessoas envolvidas com o comércio de entorpecentes no município de Juara foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na manhã de quinta-feira (30.10), em um local identificado como ponto de vendas de drogas no município.

A ação resultou na apreensão de diversas porções de entorpecentes entre maconha, pasta base e cocaína, além de apetrechos relacionados ao tráfico. Os suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

As prisões ocorreram investigações de combate ao tráfico de drogas, realizada pelos policiais da Delegacia de Juara, que monitorava o imóvel alvo de denúncias de funcionar como “boca de fumo”, coordenada por integrantes de uma facção criminosa.

Durante monitoramento do local, um usuário foi visto saindo da residência e ao perceber a aproximação dos policiais empreendeu fuga, dispensando porções de cocaína e maconha.

Diante da fundada suspeita, os policiais civis adentraram a residência e localizaram os três faccionados, que questionados, confirmaram a existência de drogas no imóvel e indicaram os locais de armazenamento. Durante as buscas, a equipe apreendeu expressiva quantidade de entorpecentes, incluindo 93 microtubos contendo substância análoga à cocaína, 55 invólucros de maconha e 15 invólucros de pasta base de cocaína.

As drogas estavam distribuídas nos quartos dos suspeitos e também enterradas no quintal da residência. Além dos entorpecentes, foram localizados 83 microtubos vazios no forro de um dos quartos, comumente utilizados para fracionamento da droga.

Todo material ilícito encontrado na casa foi apreendido e os suspeitos conduzidos à Delegacia de Juara, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende homem que manipulou criança na internet para cometer abuso

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nessa sexta-feira (29.5), em Dom Eliseu, no Pará, um homem que manipulou uma criança de apenas nove anos, por meio da internet, e cometeu um abuso que resultou em lesão grave.

O caso teve início após a mãe da vítima procurou a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DEDMCAI) de Sinop informando que a filha, uma criança de nove anos, havia cometido uma ação sexual violenta contra si mesma a mando de uma pessoa que conheceu em um aplicativo de vídeos da internet.

As investigações apontaram que a criança sofreu forte manipulação psicológica e aliciamento, e que o suspeito solicitava o envio de vídeos de cunho sexual em troca de moedas usadas no jogo Roblox.

A criança ficou extremamente abalada psicologicamente, chegando a ameaçar atentar contra a própria vida quando a família descobriu sobre o crime. O último caso, que levou à descoberta, causou uma lesão que fez com que a criança precisasse ser submetida a um procedimento cirúrgico.

Diante da brutalidade dos fatos e do perigo iminente que o suspeito representava, a autoridade policial responsável pelo caso representou imediatamente pelos mandados de prisão, busca e apreensão e quebra de sigilo telemático do suspeito, que foram prontamente deferidas pelo Poder Judiciário.

Nessa sexta-feira (29.05), uma equipe da DEDMCAI de Sinop percorreu mais de 2.700 quilômetros, atravessando cinco estados, e cumpriu os mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em Dom Eliseu, no Pará.

O suspeito é investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, posse de material de abuso sexual infantil e aliciamento de crianças com fins sexuais na internet.

A delegada Renata Evangelista, responsável pela investigação do caso, alerta aos pais sobre os perigos no ambiente virtual.

“O avanço da tecnologia trouxe os criminosos para dentro de nossas casas através das telas de celulares e tablets. Este caso trágico é um alerta urgente para todos os pais e responsáveis. O monitoramento do uso da internet por crianças não é invasão de privacidade, é um ato de proteção e sobrevivência. Os criminosos se passam por amigos e por crianças da mesma idade, utilizam jogos e redes sociais aparentemente inofensivas para manipular mentes vulneráveis. Fiquem atentos a mudanças repentinas de comportamento, isolamento e ao conteúdo consumido por seus filhos. A Polícia Civil está vigilante, mas a prevenção começa no ambiente familiar”, orientou.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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