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PF coordena a Operação Acero II em combate ao crime organizado nas fronteiras

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Brasília/DF. Entre os meses de julho e setembro de 2025, a Polícia Federal coordenou o desenvolvimento das atividades no Brasil da Operação Acero II da Ameripol, com o objetivo de intensificar o enfrentamento ao crime organizado transnacional nas regiões de fronteira, especialmente no que diz respeito ao furto, ao roubo e à receptação de veículos.

A operação, que contou com duas bases operacionais implementadas pela Superintendência Regional da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul e pela Delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR, envolveu mais de 15 órgãos brasileiros, incluindo a Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Guardas Municipais, Polícias Civis e Militares do Paraná e do Mato Grosso do Sul, além de forças de segurança da Bolívia e do Paraguai.

Dentre os resultados obtidos pelo Brasil na ação estão a realização de mais de 160 prisões em flagrante, a captura de seis fugitivos internacionais, incluindo dois com Difusão Vermelha da Interpol, a localização de 80 veículos roubados e a apreensão de mais de 42 toneladas de entorpecentes.

A Comunidade de Polícias das Américas (Ameripol) é uma organização internacional que promove a cooperação policial entre os países da América Latina e do Caribe, funcionando como plataforma de integração e troca de informações entre as forças de segurança dos Estados membros, com o objetivo de fortalecer o combate ao crime organizado transnacional no continente americano.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: Polícia Federal

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Flávia Moretti ignora orientação do PL, abandona Wellington e declara apoio a Pivetta

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O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) sofreu mais uma baixa dentro do próprio partido. A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), declarou neste domingo (30) apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), contrariando a orientação da direção estadual da legenda.

Durante a declaração, Flávia afirmou que sua decisão foi motivada pela relação construída com Pivetta e pelo apoio que o governador tem oferecido a Várzea Grande. A prefeita disse que colocou os interesses do município acima das questões partidárias e declarou que sua escolha não foi baseada apenas em alianças eleitorais.

“Hoje declaro não apenas o apoio. Declaro meu voto. O coração manda e a razão obedece. O mais importante é que não é por partido. Não é por eleição. É por ter conhecido o senhor. É pela competência de gestor público que o senhor nos traz”, afirmou.

Flávia destacou especialmente a parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Várzea Grande, citando investimentos em áreas como saúde, infraestrutura, asfaltamento e o projeto Aliança pela Água, voltado para enfrentar os problemas históricos no abastecimento do município.

Segundo a prefeita, a decisão de apoiar Pivetta foi construída a partir da convivência administrativa. “Mostrei os problemas e o senhor atendeu de pronto”, declarou, ao afirmar que o governador teria demonstrado disposição para atender demandas apresentadas pela gestão municipal.

A adesão de Flávia representa mais um problema para Wellington dentro do PL. Ela se torna a quarta prefeita ou prefeito ligado à legenda a abandonar o candidato oficial do partido para aderir ao projeto de reeleição de Pivetta. Antes dela, também manifestaram apoio ao governador Cláudio Ferreira, de Rondonópolis; Edilson Piaia, de Campo Novo do Parecis; e Sérgio Machnic, de Primavera do Leste.

O caso de Cláudio Ferreira, inclusive, já provocou reação da direção estadual do PL. Após declarar apoio a Pivetta, o prefeito de Rondonópolis foi destituído da presidência municipal da legenda e passou a enfrentar a possibilidade de um processo disciplinar.

As dissidências acontecem em meio à insatisfação de parte dos prefeitos do PL com as alianças construídas pelo partido para as eleições em Mato Grosso. Enquanto a direção estadual tenta manter unidade em torno da candidatura de Wellington Fagundes, Pivetta segue conquistando apoios de gestores eleitos justamente por partidos que, oficialmente, estão no campo adversário.

Com a entrada de Flávia no palanque da reeleição, o governador amplia sua base entre os prefeitos e impõe mais um desgaste à campanha de Wellington, que vê lideranças importantes do próprio partido literalmente pulando do banco e mudando de lado na disputa pelo Palácio Paiaguás.

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