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Polícia Federal monitora desmatamento na T.I. Arariboia

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São Luís/MA –  A Polícia Federal no Maranhão, com apoio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), promoveu ação de levantamento de informações, com apoio aéreo, em continuidade à Operação TIARA – de desintrusão na Terra Indígena Araribóia.

A ação tem como objetivo verificar in loco alertas de desmatamento registrados ao longo do ano de 2025, especialmente nos últimos meses, como parte de uma estratégia de proteção contra a extração ilegal de madeira em áreas protegidas, especialmente em Terras Indígenas.

De acordo com análises realizadas no programa BRASIL MAIS, nos últimos 30 dias (28/08/2025 a 26/09/2025), foram identificados 57 alertas de desmatamento na TI Araribóia, totalizando uma área de 0,76 km², o equivalente a cerca de 106 campos de futebol.

A ação tem como objetivo verificar se essas áreas são pontos de extração legal ou ilegal, se houve queimadas ou se seriam áreas sendo preparadas para criação de gado.

A Polícia Federal reforça que a extração ilegal de madeira em áreas de proteção especial constitui crime ambiental.

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão
Contatos: e-mail: [email protected] 
Telefones: (98) 3131-5105/(98) 99128642

Fonte: Polícia Federal

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Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.

O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.

A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.

O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.

Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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