Várzea Grande
Várzea Grande discute políticas para Primeira Infância
Várzea Grande
Conhecimento e troca de experiências contribuirão para o Plano Municipal de Educação, com a elaboração de metas voltadas para a Primeira Infância, e assim, implantando uma educação pública sólida, inclusiva e transformadora
Várzea Grande foi representado por professores das escolas de Educação Básica e Educação Infantil no Seminário de Educação Infantil, promovido pela União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT). O encontro ocorreu nos dias 30 de setembro, 1 e 2 de outubro no Hotel Fazenda em Cuiabá.
Representando o secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Igor Cunha, a subsecretária da pasta, professora Eva de Paulo, participou do evento acompanhada de professores de EMEBs e CMEIs, que reuniu gestores, professores, pesquisadores e especialistas em Educação Infantil e Inclusiva, com o objetivo de promover uma educação cada vez mais acessível e equitativa desde os primeiros anos de vida.
De acordo com a subsecretária, além das palestras e painéis, o Seminário contou com momentos de diálogo e troca de experiências entre educadores, permitindo a construção conjunta de caminhos para o fortalecimento da Primeira Infância. “O tema abordado neste Seminário vem ao encontro das necessidades do Município que trata da legislação da Educação Infantil, que é prioridade desta gestão” disse.
Eva destacou ainda o alto nível dos palestrantes com excelente bagagem sobre as leis vigentes sobre a Educação Infantil, que certamente contribuirão para o Plano Municipal de Educação, com a elaboração de metas voltadas para a Primeira Infância.
Para o secretário Igor Cunha, a participação da equipe da SMECEL de Várzea Grande foi importante para o fomento de políticas que possam consolidar uma educação pública cada vez mais eficaz, inclusiva, humanizada e acessível. “Várzea Grande tem muito a contribuir, compartilhar e participar com responsabilidade compartilhada, assegurando a construção de uma educação pública sólida, inclusiva e transformadora”, destacou.
A cerimônia de abertura contou com a participação especial do coral Canto & Encanto, dos alunos da EMEB Salvelina Ferreira da Silva, sob a regência do maestro Uilson Brás, além da presença do secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, do promotor de Justiça Miguel Slhessarenko, do deputado estadual Wilson Santos, do presidente do Conselho Estadual de Educação, Gelson Menegatti, do presidente da Undime/MT, e secretário de Educação do Município de Nobres, Sílvio Fidelis, além de representantes do Ministério da Educação e demais autoridades.
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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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