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Programa está presente em sete polos em Várzea Grande

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O Bem-Estar atende ao público adulto – masculino e feminino- de todas as idades, inclusive idosos e pessoas com mobilidade reduzida, de forma ampla, sem qualquer restrição. Aulas de dança, movimento e relaxamento e funcional são preparadas para atender a todos os níveis de participantes

O Programa VG Mais Bem-Estar, que tem o objetivo de levar qualidade de vida para adultas de ambos sexos, é coordenado pela Superintendência Municipal de Esporte e Lazer da Secretaria de Educação. As aulas são realizadas em sete polos dentro do município de Várzea Grande com aulas gratuitas.

A dinâmica do Mais Bem-Estar é levar por meio de movimentos, relaxamento, fortalecimento muscular, para garantir uma saúde plena, através da dança, popularmente conhecido como Zumba.

O programa atende o público pela manhã e no final da tarde, nos polos do Ginásio Fiotão, Parque Bernardo Berneck, no Miniestádio do São Matheus, Parque Flor do Ipê, Cristo Rei, Ginásio Jorge Mussa, Instituto João Ribeiro (rua Salim Nadaf).

Para o superintendente de Esporte e Lazer, Edmilson Piranha, além do esporte, trabalhar a qualidade de vida é primordial para população várzea-grandense, “os professores criam suas metodologias, utilizando som para simular danças, que ajudam a desenvolver um movimento, contribuindo para eliminar o estresse do dia-dia”, destacou Edmilson.

A coordenadora do Programa, professora Anaíza da Silva, ressaltou que as aulas são planejadas conforme o limite de mobilidade de cada pessoa.

“A gente elabora o plano de aula de acordo com cada polo, pois uns têm mais ou menos idosos, e daí a gente elabora um plano de aula de atividades de média a leve intensidade. A gente sempre orienta cada um a se exercitar dentro do seu limite, e às vezes tem alunos que não conseguem agachar. Então dependendo da aula, e se for uma aula de dança, o aluno (a) vai praticar na intensidade dele. Agora se for uma aula de circuito funcional ou localizado, aí ele vai na intensidade com o auxílio do professor. Não é uma receita de bolo. Então, cada polo tem um plano de aula e um público diferente do outro”, enfatizou.

De acordo com Anaiza, pessoas portadoras de alguma necessidade especial, também têm um atendimento humanizado pelos profissionais especializados. “Como é um projeto que a gente atende todo o público e não há restrição, a gente tenta adaptar ele da melhor forma, e fazer um treino específico. O professor pode estar ali administrando aula com 30, 40, 60 pessoas, mas a pessoa será atendida conforme a sua mobilidade”, pontuou.

ESPORTE E BEM-ESTAR – Uma iniciativa da Superintendência de Esporte e Lazer da SMECEL de Várzea Grande, o programa tem por objetivo de promover o esporte e o bem-estar para crianças, jovens, adultos e idosos.

São oferecidos de forma gratuita o acesso ao esporte e lazer, promovendo saúde e integração para a comunidade. São 39 polos e futuramente serão abertos outros locais do programa nos bairros de Várzea Grande.

A iniciação esportiva é formada por seis polos de futsal, sete de futebol, quatro de voleibol, dois de basquetebol, um de handebol, dois de atletismo, um de lutas olímpicas, três de lutas (judô, jiu-jitsu e karatê), um de Wrestling (luta livre), um de vôlei de areia e sete polos de atendimento de Bem-Estar para adultos e idosos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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CAPS AD III amplia rede de saúde mental com estrutura própria e acolhimento 24 h em Várzea Grande

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A construção da sede própria do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD III) representa um passo histórico para a saúde mental de Várzea Grande. Mais do que uma nova estrutura física, a unidade promete ampliar o atendimento especializado às pessoas em sofrimento psíquico decorrente do uso abusivo de álcool e outras drogas, oferecendo acolhimento 24 horas e suporte multiprofissional contínuo pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Com investimento superior a R$ 3,1 milhões, viabilizado por meio do Novo PAC Saúde, a obra já está em andamento e deve ser concluída em aproximadamente dez meses. Atualmente, o CAPS AD funciona em um prédio alugado de 250 metros quadrados. A nova sede terá 635 metros quadrados e estrutura voltada para acolhimento humanizado, atendimento intensivo, acompanhamento terapêutico integral e hospitalidade.

A secretária municipal de Saúde, Valeria Nogueira, destacou que a implantação da unidade marca uma transformação no cuidado em saúde mental no Município. “Essa é uma conquista muito grande para Várzea Grande. Estamos falando de um CAPS que vai funcionar 24 horas, com atendimento integrado, equipe multiprofissional formada por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogo e psiquiatra, ofertando terapias voltadas aos usuários do SUS. É uma tratativa diferenciada, que vai abarcar toda a questão social, mental e também os problemas relacionados ao álcool e outras drogas”, afirmou.

Segundo a secretária, a nova sede permitirá oferecer mais conforto, acolhimento e dignidade aos pacientes e familiares. “Hoje funcionamos em um espaço alugado e improvisado que havia se tornado, até então, definitivo. Com a sede própria, teremos uma estrutura ampla, adequada e dentro dos padrões recomendados pelo Ministério da Saúde”, completou.
DEMANDA LEVADA A SÉRIO – A responsável técnica dos CAPS do Município, Marisa Rodrigues, explicou que a transformação do CAPS AD II em CAPS AD III era uma demanda defendida pela equipe desde 2018. A principal diferença entre os dois modelos está justamente na possibilidade de acolhimento noturno e permanência transitória de pacientes em situações de crise o atendimento permanente 24 horas por dia e sete vezes por semana.

“O CAPS III permite leitos de hospitalidade, ou seja, o paciente pode permanecer na unidade por um período transitório para estabilização clínica e acompanhamento intensivo. É uma ampliação muito importante da estrutura e no cuidado individualizado”, explicou.

Atualmente, cerca de 800 pacientes são acompanhados pelo serviço no Município. Grande parte deles é formada por usuários de álcool e outras drogas, incluindo pessoas em situação de rua. O trabalho desenvolvido pela equipe busca reduzir danos, fortalecer vínculos sociais e estimular a autonomia dos usuários.
“A gente trabalha a autonomia e a redução de danos dentro da unidade. Muitos pacientes procuram ajuda justamente para diminuir o uso da droga e reconstruir a própria vida”, ressaltou Marisa.

O funcionamento da unidade será dividido entre atendimentos terapêuticos diurnos e acolhimento intensivo noturno. Durante o dia, os pacientes terão acesso às consultas individualizadas, grupos terapêuticos, oficinas de expressão, atividades culturais e ações psicoeducativas voltadas ao fortalecimento emocional e social.

Já o acolhimento noturno será destinado às pessoas em crise, incluindo casos de intoxicação aguda, abstinência, descompensações psíquicas ou vulnerabilidade social. O objetivo, segundo a equipe técnica, não é institucionalizar o paciente, mas oferecer suporte temporário até sua estabilização.

“O acolhimento noturno não tem caráter de asilo. É um apoio transitório para estabilização e retomada do projeto terapêutico no território”, reforçou a responsável técnica.

NOVO ESPAÇO – A estrutura contará com oito leitos — cinco masculinos e três femininos — para permanência breve de até 14 dias. O espaço foi planejado para oferecer suporte clínico e psicossocial intensivo, evitando internações hospitalares desnecessárias e mantendo o cuidado em ambiente comunitário e protegido.

Além do atendimento clínico, a equipe também atuará no acompanhamento social dos usuários, auxiliando em processos de escolarização, inserção no mercado de trabalho, acesso a benefícios sociais e fortalecimento da rede de apoio familiar e reinserção na sociedade.

A nova sede terá salas de atendimento individualizado, banheiros adaptados, farmácia, sala administrativa, sala de reunião, espaços internos e externos de convivência, refeitório, cozinha, lavanderia, posto de enfermagem, almoxarifado, abrigo de resíduos, DML, DMI e sala de repouso. A unidade contará ainda com quartos coletivos separados em alas masculina e feminina, além de quarto de plantão para os profissionais.

Para a médica psiquiatra Dra. Ackermann Fortes, a nova estrutura permitirá ampliar o acolhimento humanizado tanto aos pacientes quanto às famílias.

“Ter uma sede adequada significa poder oferecer um tratamento mais humanizado aos nossos acolhidos e também estender esse cuidado às famílias, que muitas vezes também precisam de apoio para enfrentar o sofrimento causado pelo álcool e outras substâncias psicoativas”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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