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Polícia Civil apreende quatro adolescentes pelo homicídio de uma mulher em Cáceres

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Quatro adolescentes autores do homicídio que vitimou uma mulher no município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá) foram identificados e apreendidos em flagrante pela Polícia Civil, na terça-feira (26.8), poucas horas depois do ato infracional.

Investigação da Delegacia Especializada do Adolescentes, com apoio da 1ª Delegacia de Cáceres, resultou na apreensão de dois menores de 13 anos e dois menores de 14 anos, autuados em flagrante por ato infracional análogo aos crimes de homicídio, porte ilegal e arma de fogo e por promoverem organização criminosa. Com o grupo, foram apreendidas armas de fogos e várias munições.

A vítima, Cristiane Campos Silva, foi assassinada a tiros dentro de uma residência, na noite de domingo (25).

Logo que acionados para atender o homicídio, os policiais civis da DEA e 1ªDP passaram a diligenciar e conseguiram identificar o primeiro adolescente, o qual foi localizado e confessou o homicídio.

Ao ser ouvido, o menor de 13 anos afirmou que cedeu sua casa como apoio ao grupo, relatou a conduta criminosa praticada individualmente pelos infratores e contou com detalhes de como o homicídio foi planejado e executado.

Diante das informações, as equipes foram até os endereços dos outros três menores que foram apreendidos. Nas residências dos adolescentes foram encontradas uma pistola e um revólver e diversas munições. Uma das armas estava escondida dentro da mochila de escola do adolescente.

Em seguida os quatro foram conduzidos para a DEA, onde foram ouvidos e autuados em flagrante pelos atos infracionais. Após a confecção dos autos, eles foram apresentados e colocados à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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