Política
Deputado Thiago Silva participa do anúncio de construção de viadutos no Trevão e obras de infraestrutura
Política
O Presidente da Frente Parlamentar em prol das BRs 364/163, deputado Thiago Silva (MDB) participou, no Palácio Paiaguás, nesta quarta (8) do anúncio feito pelo Governador Mauro Mendes (União) e empresa Nova Rota do Oeste da construção de quatros viadutos e rotatória no Trevão e melhorias na travessia urbana, em Rondonópolis.
Esta foi uma das principais cobranças do deputado, desde o início deu seu mandato na Assembleia Legislativa, em 2019, e o mesmo destacou a importância da união de esforços entre os agentes políticos para que essa tão aguardada construção possa sair do papel, atendendo uma necessidade da população na área de infraestrutura.
“Hoje é um dia de vitória para nosso povo de Rondonópolis e região, onde a Nova Rota e o Governo anunciam a contratação do projeto para construção de viadutos no Trevão e em toda a travessia urbana. Ali existe um gargalo logístico que gera acidentes e um verdadeiro caos no trânsito há anos, e com esse investimento que cobramos do Estado com o apoio de lideranças comunitárias, a realidade será outra. Estamos trabalhando junto ao governador Mauro para que nossa cidade receba convênios e recursos para melhorar a qualidade de vida da população rondonopolitana”, afirmou Thiago.
O governador falou sobre a importância da construção de viadutos para o desenvolvimento do município. “Está obra era uma das principais reivindicações dos nossos comunitários e empresários do segmento do transporte. Quando você qualifica a entrada do município, dá uma outra qualidade no trânsito da cidade. Um grande viaduto com novas vias, toda iluminada na região do Trevão. É uma obra que vai transformar Rondonópolis e melhorar o fluxo e a qualidade de vida da população”, destacou Mauro Mendes.
Thiago relembrou sua luta e indicação para que a construção do viaduto na cidade tenha início até dezembro. “Em 2023 reunimos com os diretores da Nova Rota do Oeste, e trabalhamos em conjunto com o então senador Mauro Carvalho para entregar o projeto executivo buscando garantir recursos para a execução do viaduto. Também participamos da Comissão Pró-Travessia” liderada por líderes comunitários que buscam há anos melhorias na travessia urbana da cidade e construção de um viaduto”, afirmou.
A expectativa é que as ordens de serviço das obras sejam dadas ainda neste ano, beneficiando assim milhares de condutores que utilizam a região do Trevão entre as BRs 364 e 163.
Também participaram da assinatura o Diretor Presidente da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa, Prefeitura e Câmara Municipal de Rondonópolis.
Fonte: ALMT – MT
Política
Justiça reconhece insuficiência de provas e absolve vereador Júnior Chaveiro
O vereador de Barra do Bugres, Laércio Noberto Júnior, conhecido como Júnior Chaveiro, foi absolvido pela Justiça da acusação de violência doméstica contra uma ex-servidora da Câmara Municipal. A sentença foi proferida pelo juiz Antônio Dias de Souza Neto, da 3ª Vara da Comarca de Barra do Bugres, que concluiu não haver provas suficientes para sustentar uma condenação criminal.
A decisão foi fundamentada, principalmente, no depoimento prestado pela própria denunciante durante a audiência de instrução. Em juízo, ela alterou a versão apresentada inicialmente e afirmou que não foi agredida pelo parlamentar. Segundo relatou, os ferimentos constatados em exame pericial ocorreram de forma acidental durante uma disputa entre os dois pelo aparelho celular.
Com a absolvição, o magistrado determinou a revogação da prisão preventiva do vereador, que estava detido desde abril, além de extinguir todas as medidas cautelares que haviam sido impostas no decorrer do processo.
Na sentença, o juiz ressaltou que o próprio Ministério Público manifestou-se pela absolvição, entendendo que as provas produzidas durante a instrução não foram suficientes para comprovar a materialidade e a autoria do crime. Para o órgão, permaneceu a dúvida necessária para afastar uma condenação penal.
Durante seu depoimento, a ex-servidora afirmou que, no dia dos fatos, havia ingerido bebida alcoólica e foi até a residência do vereador motivada por ciúmes. Conforme seu relato, a discussão teria começado após uma tentativa de tomar o celular de Júnior Chaveiro, situação que resultou em uma luta corporal.
Ainda segundo a testemunha, o vereador não a agrediu deliberadamente e as lesões ocorreram durante a disputa pelo aparelho. A irmã da denunciante, que também prestou depoimento, modificou a versão apresentada na fase inicial da investigação.
Ao fundamentar a decisão, o magistrado destacou que, embora a palavra da vítima tenha especial relevância em processos de violência doméstica, a retratação apresentada em juízo impediu a formação da convicção necessária para uma condenação.
“É cediço que, em crimes de violência doméstica, a palavra da vítima possui especial relevância. Contudo, quando essa mesma palavra, em juízo, nega a agressão e atribui os fatos a um contexto de embriaguez e ciúmes, a certeza necessária para uma condenação se esvai. A retratação judicial, quando firme, instaura um cenário de dúvida insuperável”, registrou o juiz na sentença.
Caso ganhou repercussão
O caso teve ampla repercussão em Mato Grosso após a denúncia apresentada em abril. À época, a acusação apontava que a ex-servidora teria sido agredida com uma chave de roda, além de sofrer agressões físicas, mordidas, tentativa de sufocamento e ameaças de morte. As denúncias resultaram na decretação da prisão preventiva do vereador.
Desde o início da investigação, Júnior Chaveiro negou as acusações e sustentou que apenas se defendeu durante o episódio. No decorrer da ação penal, a própria denunciante também solicitou à Justiça a revogação das medidas protetivas que haviam sido concedidas.
Reflexos políticos
As acusações também produziram efeitos na esfera política. O vereador foi afastado das atividades parlamentares pela Câmara Municipal de Barra do Bugres e o Partido Liberal (PL), legenda à qual é filiado, instaurou um procedimento interno para analisar sua permanência na sigla.
Com a sentença absolutória, a Justiça concluiu que as provas apresentadas durante o processo não foram suficientes para comprovar a prática do crime, aplicando o princípio da presunção de inocência e encerrando a ação penal com a absolvição do parlamentar.
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