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Deputada Coronel Fernanda critica medidas do governo para conter inflação dos alimentos

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A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), eleita coordenadora da Comissão de Política de Abastecimento da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), criticou as medidas anunciadas pelo governo federal para conter a inflação dos alimentos, classificando-as como “ineficazes e pontuais”.

A parlamentar endossou nota divulgada pela FPA nesta semana após anúncio das medidas do governo federal e argumentou que o problema da inflação não está na oferta de alimentos, mas no desequilíbrio fiscal do governo, que onera os custos de produção e alavanca a inflação.

“Mais uma vez, medidas sendo tomadas que penalizam os produtores rurais e que não impactam em quase nada. Os produtos que foram anunciados pelo governo representam 1% do que o Brasil importou em 2024. Lamentável”, disse.

Ainda, segundo a parlamentar, zerar impostos para produtos importados sem reforçar o apoio à produção nacional transfere o ônus do desequilíbrio fiscal para os produtores rurais, comprometendo a viabilidade econômica da produção agrícola no país.

A deputada também enfatiza que a redução mais eficiente para combater a inflação de alimentos virá com a colheita da safra brasileira nos próximos meses e com a correção de ações que impactam diretamente o custo de produção no Brasil.

A deputada também ressalta a necessidade de iniciar as tratativas do novo Plano Safra 2025/2026, tema levantado por ela recentemente, garantindo a implementação total de recursos, acesso pleno e juros adequados aos produtores rurais brasileiros.

Além disso, ela cobra um retorno do governo federal sobre as medidas estruturantes de curto e médio prazo apresentadas pela FPA, em conjunto com o setor produtivo nacional, ao Ministério da Fazenda e à Casa Civil.



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Ação coordenada de auditoria verificará iniciativas jurisdicionais na área do meio ambiente

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Auditoria Interna (Caudi), iniciou mais uma etapa da ação coordenada de auditoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que avalia como os tribunais brasileiros estão implementando a Política Nacional do Poder Judiciário para o Clima e Meio Ambiente. As atividades foram apresentadas pela equipe da Caudi ao presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, durante reunião na manhã desta quarta-feira (15).

Eduardo Campo

s, coordenador de Auditoria Interna do TJMT, explica que a auditoria do CNJ ocorre anualmente, cada ano com um tema diferente, com apoio operacional das equipes de auditoria dos tribunais.

“É uma ação toda formatada pelo CNJ e nós só executamos. Nós já iniciamos, nos meses de maio e junho, um trabalho interno de planejamento e de organização. A execução efetiva, com a coleta de dados, nós estamos iniciando agora no mês de julho e encerraremos no mês de setembro. Então, nós viemos comunicar essa fase de execução para o presidente e solicitar o apoio dele, que é muito importante”, afirma Campos.

A partir dessa apresentação à Presidência do Tribunal, questionários serão direcionados aos magistrados com atuação na área ambiental, bem como a diversos setores do Tribunal, como a própria Presidência, a Corregedoria-Geral da Justiça, o Grupo do Meio Ambiente, a Secretaria Geral, a Escola da Magistratura, a Escola dos Servidores, entre outros.

As respostas dos questionários, juntamente com as respectivas evidências, resultarão em um relatório, que será encaminhado ao CNJ. “Posteriormente, no final do mês de setembro, nós encaminharemos para o CNJ, que, com todas as informações de todos os tribunais, fará o relatório final de toda a coleta das informações para nortear as suas políticas públicas em relação ao meio ambiente”, explica o coordenador de Auditoria Interna do TJMT.

Dentre os focos do levantamento, estão iniciativas relativas à governança, apoio técnico, gestão, recursos e cooperação em torno da implementação da Política Nacional do Poder Judiciário para o Clima e Meio Ambiente.

Durante a reunião, o presidente José Zuquim manifestou total apoio à ação coordenada de auditoria, determinando que todos os magistrados e demais interessados tenham um prazo para fornecimento das informações. ‘’Quando se fala em meio ambiente, estamos falando de algo muito abrangente. É garantir a vida, o desenvolvimento de forma sustentável. É garantir, na verdade, a qualidade de vida. Isso que a Auditoria Interna está fazendo é uma sementinha de capacitação dos magistrados, vai servir de capacitação da jurisdição, futuramente. E isso tem todo o meu apoio’’, assegurou.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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