Polícia

Polícia Militar prende homem faccionado com arma de fogo em Cáceres

Publicado em

Polícia

Equipes do 6º Comando Regional da Polícia Militar prenderam um homem faccionado, de 19 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite deste sábado (20.9), na cidade de Cáceres. Com ele, a PM apreendeu uma pistola carregada com quatro munições. Um veículo, utilizado pelo criminoso, também foi apreendido.

Por volta de 21h, a PM recebeu denúncias sobre um veículo Gol que estava circulando de modo suspeito com três pessoas, na região do bairro Jardim Aeroporto. Segundo as informações, os homens estavam portando armas de fogo dentro do carro.

Diante da situação, as equipes da Força Tática, Raio e 6º Batalhão iniciaram patrulhamento conjunto e localizaram o veículo, com as mesmas características informadas. Os policiais iniciaram procedimento de abordagem, e os suspeitos fugiram em alta velocidade, desobedecendo todas as ordens de parada.

Em determinado momento da perseguição, os criminosos atiraram contra os militares, que revidaram a ação e atingiram o pneu do veículo Gol, parando o carro. Os suspeitos fugiram a pé por uma região de mata e um dos homens foi localizado e detido.

Com ele, a PM encontrou uma pistola de calibre .9mm carregada com quatro munições. Questionado pelos militares, o homem afirmou ser membro de uma facção criminosa, vindo da cidade de Rondonópolis para acompanhar a morte de um membro de facção rival.

O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido, junto com a arma de fogo, para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

Publicados

em

A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA