Polícia

Polícia Militar prende casal e apreende adolescente suspeitos por tráfico de drogas

Publicado em

Polícia

Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam um casal e apreenderam uma adolescente, de 17 anos, suspeitos por tráfico de drogas, na noite desta segunda-feira (8.12), em Lucas do Rio Verde. Com eles, foram apreendidas 16 porções de entorpecentes, entre maconha, cocaína e pasta base de cocaína.

Durante patrulhamento tático, a equipe flagrou um casal em atitude suspeita, em frente a uma residência. Ao perceber aproximação dos policiais, os envolvidos tentaram fugir para dentro da casa.

Os policiais militares apreenderam duas porções de cocaína com o suspeito, de 21 anos. Ele portava uma mochila de uma adolescente com outras 12 porções de maconha. A mulher, de 42 anos, tentou impedir a entrada dos policiais no imóvel, que recolheram mais uma porção de cocaína e uma de pasta base, além de celulares.

Questionado sobre os entorpecentes, o casal confessou ser responsável pela comercialização na região e que sairiam para fazer uma nova entrega. O suspeito, que é monitorado por meio de tornozeleira eletrônica, já possuí passagens por tráfico de drogas e sequestro.

Durante abordagem, ele ameaçava a adolescente para assumir o crime. Diante do flagrante, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em

Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA