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Polícia Civil de Querência conclui inquérito e revela esquema sofisticado de estelionato em loteamento imobiliário

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Querência, finalizou um dos inquéritos mais complexos dos últimos anos na região, que investigava um esquema de fraude imobiliária envolvendo um loteamento residencial de luxo da cidade. O inquérito foi concluído no último dia 24.

As apurações constataram que dezenas de pessoas foram induzidas a acreditar que compravam terrenos, mas, na verdade, assinavam termos de adesão a uma sociedade em cota de participação, modelo que não garantia propriedade individual e serviu como fachada para a prática de estelionato.

Durante a fase investigativa, os policiais descobriram ainda que a própria área destinada ao loteamento sequer havia sido integralmente quitada pela empresa responsável, situação que desencadeou uma ação de litígio civil no fórum local. Diante desse cenário, outro inquérito policial foi instaurado para aprofundar a apuração dos fatos relacionados à negociação da área.

O trabalho investigativo revelou a existência de um esquema sofisticado, marcado por multiplicidade de condutas delitivas e reiteradas ações fraudulentas. Para chegar a essa conclusão, a equipe da Polícia Civil analisou documentos, oitivas de vítimas, representações criminais e demais provas que demonstraram a materialidade e autoria do crime.

No início das investigações, o nome de um cantor sertanejo renomado chegou a ser mencionado em levantamentos preliminares, uma vez que sua imagem foi utilizada em vídeos de lançamento do empreendimento e em campanhas da empresa investigada. Entretanto, a Polícia Civil deixou claro que o artista foi contratado apenas para fins publicitários, não possuindo qualquer vínculo societário ou participação nas condutas apuradas. Importante destacar que o nome dele não foi citado no inquérito policial, tendo aparecido apenas nessa fase inicial de coleta de informações.

O delegado responsável destacou a dedicação da equipe no enfrentamento de um caso de alta complexidade. “Foram necessárias inúmeras diligências e análises documentais para comprovar o padrão de estelionatos praticados e esclarecer a forma como o golpe foi estruturado. Esse trabalho só foi possível graças ao empenho da equipe da Delegacia de Querência, que não mediu esforços para dar uma resposta à sociedade”, ressaltou no relatório conclusivo.

Com o encerramento do inquérito, os autos foram remetidos ao Ministério Público, que avaliará as providências judiciais cabíveis contra os indiciados, identificados apenas pelas iniciais A.A. e E.L.B.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil de MT participa de operação nacional contra conteúdos digitais de violência extrema

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A Polícia Civil de Mato Grosso participa, na manhã desta quinta-feira (16.4), da Operação Bulwark, deflagrada em 18 estados da federação, sob a coordenação nacional pelo Ministério da Justiça e Segurança Publica, no âmbito da Operação Escola Segura, com foco na repressão a conteúdos digitais relacionados à violência extrema e ao discurso de ódio.

A operação cumpre ordens judiciais nos estados de Mato Grosso (MT), Minas Gerais (MG), Pará (PA), São Paulo (SP), Santa Catarina (SC), Rio de Janeiro (RJ), Ceará (CE), Paraná (PR), Alagoas (AL), Piauí (PI), Goiás (GO), Maranhão (MA), Acre (AC), Bahia (BA), Pernambuco (PE), Amazonas (AM) e Rio Grande do Sul (RS).

Em Mato Grosso, a operação conta com a atuação da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que cumpre um mandado de busca e apreensão no município de Cáceres.

As investigações foram conduzidas pelas próprias Polícias Civis estaduais, que analisaram informações recebidas, realizaram diligências, representaram pelas medidas cabíveis e cumpriram mandados de busca e apreensão, evidenciando o protagonismo das instituições na prevenção e repressão de ameaças no ambiente digital.

A operação teve como foco a repressão a crimes relacionados a atos extremistas, com destaque para manifestações associadas ao extremismo violento niilista , à exploração sexual de crianças e adolescentes e ao compartilhamento desses conteúdos na internet, com especial atenção à proteção de públicos vulneráveis e à prevenção de possíveis ataques em ambiente escolar.

Além das medidas judiciais, a atuação das Polícias Civis incluiu ações policiais diversas de intervenção cautelar, como diligências, abordagens, oitivas, intimações e apreensões consentidas, realizadas de forma preventiva e estratégica.

A ação também incluiu medidas coordenadas para moderação de conteúdo, com vistas à remoção de materiais ilícitos, bem como a desativação de perfis e grupos em redes sociais e aplicativos de mensageria.

Operação Bulwark

A operção integra esforços contínuos das Polícias Civis, em articulação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para o enfrentamento de ameaças digitais com potencial de impacto no mundo real.

O nome “Bulwark”, que significa “baluarte” ou “linha de defesa”, simboliza a atuação firme e coordenada das forças de segurança pública na proteção da sociedade e na contenção de riscos no ambiente digital.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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