Polícia
Polícia Civil cumpre 28 ordens judiciais contra integrantes de facção criminosa atuante em Jangada
Polícia
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (9.10), a segunda fase da “Operação Devastate”, com o objetivo de dar cumprimento a 28 ordens judiciais no combate às facções criminosas, atuantes na cidade de Jangada.
Do total de ordens judiciais, 14 foram de mandados de prisão preventiva e outros 14 de busca e apreensão domiciliares.
Os mandados foram expedidos pela Comarca de Rosário Oste, como resultado das representações por medidas cautelares de buscas e prisões procedidas pela autoridade policial.
“Nossa investigação conseguiu apurar e levantar fortes indícios de envolvimento dos suspeitos, alvos da operação, com ao tráfico de drogas em Jangada”, disse o delegado responsável pela coordenação da operação, Mauro Perassolli.
Primeira fase
Na primeira fase da operação, realizada em agosto, a Polícia Civil deu cumprimento a 58 mandados judiciais contra alvos que possuem ligações com facções criminosas atuantes em Rosário Oeste.
Foram 27 mandados de prisão preventiva e 31 de buscas e apreensão, determinados pela Comarca de Rosário Oeste e cumpridos em diversos pontos da cidade.
Nome da Operação
A Operação foi denominada “Devastate”, em alusão à ideia de devastar o crime organizado no município, como um desdobramento do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.
Compromisso institucional
“A Polícia Civil mantém seu compromisso em zelar pela sociedade e garantir a ordem pública, mediante investigação para apurar e reprimir os delitos; em defesa da paz social de Jangada, enfatizou o delegado Mauro Perassolli.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados
A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.
Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.
A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.
“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.
A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.
Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.
A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.
“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.
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