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Polícia Civil apreende dois adolescentes envolvidos em fato análogo a roubo e cárcere privado

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A Polícia Civil cumpriu dois mandados de apreensão em desfavor a dois adolescentes, ambos de 16 anos, envolvidos em fato análogo ao crime de roubo e cárcere privado. A apreensão foi realizada na última sexta-feira (5.9), na cidade de Várzea Grande.

De acordo com as investigações, o dois adolescentes teriam envolvimento no ato criminoso, em que uma pessoa foi mantida refém, durante um roubo ocorrido na zona rural do município de Nobres.

O crime foi praticado uma semana antes à apreensão, com a participação de outras duas pessoas maiores de idade, identificadas e presas no mesmo dia pela Polícia Militar e conduzidos até a delegacia. Os menores também haviam sido conduzidos, mas liberados na audiência de custódia.

Após as investigações, o delegado de Nobres, Marcus Vinícius Ferreira Silva, representou pela internação dos adolescentes, posteriormente, foi expedido de mandado de busca e apreensão pelo Poder Juduciário.

O mandado foi cumprido pelos policiais da Delegacia de Nobres, com apoio da equipe da Delegacia de Roubos e furtos de Várzea Grande.

O crime

Os adolescentes invadiram uma fazenda na região e junto com dois adultos renderam o caseiro com o objetivo de roubar o gado da propriedade, em 30 de agosto de 2025.

A ação foi frustrada pela chegada na Polícia Militar no local.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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