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PM flagra adolescente pilotando moto em alta velocidade e apreende 60 porções de maconha

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Um adolescente, de 16 anos, integrante de uma facção criminosa, foi detido em flagrante, nesta segunda-feira (1º.12), suspeito por direção perigosa e tráfico ilícito de drogas, em Nova Mutum (241 km de Cuiabá). Na ação, policiais militares do 26º Batalhão apreenderam 60 porções de substância análogas à maconha.

Durante o policiamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, as equipes se depararam com o condutor de uma motocicleta modelo Honda Biz, em alta velocidade e realizando manobras perigosas, na Rua dos Cedros, região central do município.

Em seguida, os militares tentaram abordar o motociclista, que saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial. Ao ser detido, os policiais constataram ser um adolescente. Com ele, foram apreendidas cinco porções de maconha.

O suspeito confessou que comercializa os ilícitos a mando de uma facção criminosa. Além disso, relatou que continha mais entorpecentes em sua residência. No local, os policiais encontraram outras 55 porções, uma balança de precisão e outros materiais para embalagem das drogas escondidos no guarda roupas dentro do quarto do suspeito.

O veículo pertence a avó do suspeito. O menor já possui passagem criminal por tráfico de drogas. O jovem foi conduzido à delegacia junto do material apreendido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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