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Homem é preso e adolescente apreendido pela PM após roubo à residência em Alta Floresta

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Policiais militares do 8º Batalhão prenderam um homem, de 24 anos, e apreenderam um adolescente, de 16 anos, pelos crimes de roubo, lesão corporal, sequestro e cárcere privado, na manhã desta terça-feira (28.10), em Alta Floresta. Os suspeitos foram presos em flagrante com duas armas de fogo, após tentarem fugir do local do crime.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais do 8º BPM receberam denúncias sobre um roubo em andamento em uma residência, no bairro Setor E. No local, os militares foram recebidos por uma das vítimas que afirmou que ele e seus familiares haviam sido rendidos por dois homens armados.

As vítimas relataram ainda que os criminosos agiram de modo violento e agrediram uma adolescente com coronhadas na cabeça, causando grande lesão. Os familiares também disseram que os suspeitos fugiram pelo fundo da casa e levaram celulares de todos e objetos pessoais de valor.

A equipe do 8º BPM iniciou diligências nas redondezas da casa e prontamente encontraram os suspeitos fugindo em uma estrada, que passa pela parte de trás da residência. Rapidamente a dupla foi abordada e se rendeu. Com eles, foram localizados dois revólveres e uma corrente.

Os suspeitos não informaram a motivação do crime e disseram que haviam perdido os celulares roubados, durante a fuga.

Eles receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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