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Força Tática apreende adolescente e prende dois homens suspeitos por roubo de motocicletas em Cuiabá

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional apreenderam na madrugada desta quarta-feira (17.9), um adolescente, de 17 anos, e prenderam dois homens, de 19 anos, suspeitos por roubo e tentativa de motocicletas em Cuiabá.

Duas mulheres tiveram as motocicletas levadas pelos suspeitos armados e uma terceira vítima conseguiu fugir da quadrilha. As equipes recolheram um simulacro de pistola e dois aparelhos celulares.

Durante patrulhamento tático, os policiais militares receberam informações de que quatro homens, em duas motos, teriam roubado a moto modelo Yamaha FZ250 de uma mulher, no bairro Dom Aquino. Conforme a vítima, os suspeitos estavam armados e proferiram diversas ameaças.

Em seguida, os policiais militares receberam nova denúncia de uma ação criminosa que resultou no roubo de uma moto modelo Honda XRE300, na Avenida das Torres, do bairro Jardim Imperial. A vítima relatou que havia reduzido a velocidade para passar na ponte, quando foi surpreendida pela quadrilha.

Durante buscas pelos suspeitos, os policiais militares receberam uma terceira denúncia sobre a tentativa de roubo de uma motocicleta modelo Honda Twister, na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá. A vítima contou que sofreu uma tentativa de abordagem por parte dos suspeitos, no entanto conseguiu fugir.

Diante dos fatos, os policias militares reforçaram o policiamento e flagraram os suspeitos na Ponte Júlio Muller, no Porto, que tentaram fugir com aproximação dos militares. Na tentativa de fuga, um dos suspeitos perdeu o controle da direção e caiu junto do comparsa que estava na garupa.

Ao serem abordados, os militares apreenderam dois aparelhos celulares e um simulacro de arma de fogo. O trio foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência. Os veículos foram localizados e entregues às vítimas.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar em qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, pelos números 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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