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Cavalaria da PM apreende adolescentes de 16 e 17 anos por tráfico ilícito de drogas

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Dois adolescentes, de 16 e 17 anos, foram apreendidos, na noite desta segunda-feira (18.8), por policiais militares da Cavalaria do 22º Batalhão, suspeitos por tráfico ilícito de drogas, em Peixoto de Azevedo (673 km de Cuiabá). As equipes retiraram de circulação 21 porções de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína, além de identificá-los como integrantes de uma facção criminosa no município.

Os policiais militares realizavam o policiamento tático e ostensivo, durante desdobramento da Operação Tolerância, no bairro Jardim Aeroporto, quando identificaram o menor de 16 anos, em atitude suspeita, que correu com aproximação dos policiais.

Durante abordagem, as equipes encontraram com ele uma porção de substância análoga à maconha e uma de cocaína. O adolescente relatou o endereço em que adquiriu os ilícitos e apontou o suspeito responsável pela comercialização das drogas.

Os policiais militares se deslocaram até uma residência na região do Centro Antigo e localizaram o homem. Ele também tentou correr das equipes, mas foi contido. Questionado sobre o tráfico de drogas, ele confessou que portava três porções de cocaína.

Em seguida, o denunciado relevou que havia mais drogas escondidas no quintal de uma residência. No local, foram encontradas novas porções de entorpecentes, além de R$ 110 em espécie, uma balança de precisão e outros materiais utilizados para embalagem.

Os menores confessaram integrar uma facção criminosa em Peixoto de Azevedo. Eles foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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