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Revitalização do Parque Bernardo Berneck avança com investimento de R$ 580 mil em Várzea Grande
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As obras de revitalização do Parque Bernardo Berneck, em Várzea Grande, seguem em andamento. Iniciados no final de agosto, os serviços são executados de forma planejada para não prejudicar o lazer e a visitação da população.
Com investimento de aproximadamente R$ 580 mil em recursos próprios do município, a intervenção contempla melhorias em diferentes estruturas do parque. Entre os serviços estão a revitalização da sede, com pintura e substituição do telhado; reforma dos banheiros públicos; reforma da concha acústica; além da revitalização do pórtico de entrada e da casa de vigia.
Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, os serviços seguem dentro da programação e têm como objetivo melhorar a estrutura oferecida aos frequentadores.
“As obras estão seguindo a todo vapor. Estamos trabalhando para entregar um parque mais confortável, seguro e adequado para a população que utiliza esse espaço para lazer, convivência e atividades ao ar livre”, afirmou.
O secretário destacou ainda que a manutenção e a recuperação dos espaços públicos são importantes para preservar a infraestrutura e garantir que os equipamentos municipais permaneçam em boas condições de uso.
“É uma obra importante também para a manutenção da infraestrutura pública. O Parque Berneck é um espaço muito utilizado pelas famílias e nossa preocupação é manter esse patrimônio bem cuidado e oferecer cada vez mais conforto para quem frequenta o local”, ressaltou Ricardo.
Durante a execução dos serviços, o parque permanece aberto ao público, com os locais de intervenção devidamente isolados conforme o andamento das obras.
A visitação é gratuita e ocorre diariamente, das 5h às 18h. O horário é mantido como forma de reduzir os impactos sobre a fauna da unidade de conservação. Bicicletas não são permitidas nas pistas de caminhada, e animais domésticos não podem entrar no parque.
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Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores
O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.
Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.
“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.
Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.
O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.
A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.
O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.
Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.
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