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Polícia Federal Deflagra Nova Fase Da Operação Malik

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Belém/PA. Na manhã desta sexta-feira (24/10), a Polícia Federal deflagrou, a segunda fase da Operação Malik, com o objetivo de identificar ativos e bens vinculados ao esquema de ocultação patrimonial sob investigação. A nova etapa contou com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em dois endereços ligados aos investigados, nas cidades de Belém e São Miguel do Guamá/PA.

Durante as diligências, foi apreendida uma embarcação de luxo avaliada em cerca de R$ 3 milhões e outras duas lanchas no valor de dois milhões. Também foi determinado o sequestro judicial de bens pertencentes a três empresas e a um investigado, todos vinculados ao núcleo financeiro da organização criminosa. Com as medidas adotadas nesta nova fase, o valor total de bens apreendidos e sequestrados desde o início da operação, deflagrada na primeira semana de outubro de 2025, pode alcançar o montante de R$ 50 milhões.

A Operação Malik é desdobramento da Operação Mercador Fenício, cujas investigações, ao avançarem, possibilitaram a identificação de um esquema financeiro estruturado, baseado na utilização de empresas de fachada e pessoas interpostas para viabilizar o contrabando de cigarros oriundos do Suriname e, posteriormente, lavar os valores obtidos ilegalmente, reinserindo-os no sistema financeiro nacional.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
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@pf.para

Fonte: Polícia Federal

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PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta

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O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.

A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.

Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.

Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.

Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

 

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