Polícia Federal
PF realiza cerimônia de lançamento da pedra fundamental da nova sede do Instituto Nacional de Identificação
Polícia Federal
Brasília/DF. A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira (17/12), a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da nova sede do Instituto Nacional de Identificação (INI), marcando oficialmente o início da construção das novas instalações da unidade, localizada no Setor Policial Sul, em Brasília.
A solenidade contou com a presença do Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues; do Diretor de Polícia Administrativa, Fabrício Schommer Kerber; do Diretor de Administração e Logística Policial, André Luiz Silva Carmo; e do Diretor do Instituto Nacional de Identificação, Alex Halti Cabral, além de autoridades, servidores e colaboradores da instituição.
Durante a cerimônia, foi destacado que a construção da nova sede atende a uma demanda aguardada há mais de três décadas. O projeto prevê um prédio moderno, sustentável e funcional, com aproximadamente 3.800 m² de área construída, distribuídos entre subsolo com garagem e dois pavimentos, ampliando significativamente a área atual do INI, que possui cerca de 2.500 m².
A nova estrutura abrigará salas de trabalho e laboratórios de perícia papiloscópica, contará com geração de energia por meio de usina solar, sistemas de automação predial, controle de temperatura, monitoramento de reservatórios de água e preservação da área verde existente. Também está prevista a construção de um auditório com tecnologia para transmissão ao vivo e suporte a tradução simultânea, ampliando a capacidade de integração institucional com órgãos nacionais e internacionais.
Na oportunidade, os diretores presentes realizaram visita ao atual prédio do Instituto Nacional de Identificação, onde puderam acompanhar de perto as condições estruturais da unidade, que funciona no local há 58 anos, reforçando a importância da nova sede para oferecer melhores condições de trabalho aos servidores e de atendimento à população.
O lançamento da pedra fundamental simboliza um marco institucional para o INI e reafirma o compromisso da Polícia Federal com a modernização de sua infraestrutura e a valorização de suas atividades finalísticas.
Coordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: Polícia Federal
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Comissão amplia alcance de medida provisória sobre crédito a exportadores
A medida provisória que liberou até R$ 15 bilhões em linhas de crédito para exportadores por meio do Plano Brasil Soberano (MP 1.345/2026) foi aprovada nesta terça (30) pela comissão mista encarregada de analisá-la. O texto foi alterado para incluir novos setores e entidades entre os beneficiados.
Editada em março pela Presidência da República, a MP 1.345/2026 ampliou o apoio às empresas exportadoras do país. A iniciativa foi uma reação ao aumento de barreiras tarifárias imposto pelos Estados Unidos e às tensões geopolíticas que afetam o comércio internacional.
A MP contou com parecer favorável do relator da comissão mista, senador Alan Rick (Republicanos-AC). Como o texto original foi alterado, a medida provisória foi transformada em um projeto de lei de conversão (PLV).
Agora a matéria segue para votação nos Plenários da Câmara e do Senado (nessa ordem).
Alterações
A redação aprovada pela comissão mista incorpora parte das 84 emendas apresentadas pelos parlamentares. A principal modificação expande o número de beneficiados pelas linhas de crédito.
Enquanto a versão original da MP contemplava apenas o setor industrial, a nova versão passa a incluir os seguintes setores: agricultura, pecuária, florestas plantadas, pesca, aquicultura e recursos minerais.
Outra mudança promovida no texto permite que cooperativas e associações também tenham acesso às linhas de financiamento (desde que atendam aos critérios de elegibilidade previstos na proposta).
Além disso, a nova redação prevê que os recursos poderão ser utilizados para adaptar produtos, serviços e processos às exigências do mercado internacional (incluindo requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade exigidos por outros países).
Recursos
Em seu parecer, o senador Alan Rick manteve as regras financeiras previstas na medida provisória original. Os recursos podem ser destinados para capital de giro, ampliação da capacidade produtiva, inovação e adaptação de produtos e processos.
A gestão está a cargo do Ministério da Fazenda, enquanto o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atua como principal agente financeiro.
Também foi mantida a divisão dos riscos das operações entre o Fundo Garantidor de Operações de Crédito Exterior (FGCE) e o Fundo de Garantia à Exportação (FGE). O FGCE, de natureza privada, absorve inicialmente os riscos de crédito, enquanto o FGE, fundo público, só é acionado posteriormente, reduzindo a exposição do patrimônio da União.
Votação
A matéria precisa ser aprovada pelos Plenários da Câmara e do Senado até o dia 22 de julho (para então ser convertida em lei). Se esse prazo não for respeitado, a medida provisória (agora convertida em projeto de lei de conversão) perderá a validade.
O presidente da comissão mista que analisou o texto foi o deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Lurya Rocha, sob supervisão de Dante Accioly
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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