Polícia Federal
PF prende homem por abuso sexual infantil em São Paulo
Polícia Federal
São Paulo/SP. A Polícia Federal deflagrou, na tarde desta sexta-feira (8/8), a segunda fase da Operação Kore 32 destinada a investigar crimes de estupro de vulnerável, além de posse, compartilhamento e produção de imagens de abuso sexual infantojuvenil pela internet.
O investigado, um procurador do estado de São Paulo, teve mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça Federal após a análise de dispositivos apreendidos na primeira fase da operação, realizada em 18/6/2025. Na ocasião, já havia indícios de que ele possuía, compartilhava e produzia material de abuso sexual infantil. A perícia confirmou, ainda, que o investigado abusou sexualmente de sua filha, à época com apenas oito meses de idade.
A prisão ocorreu após diligências para localizar o investigado, que não foi encontrado no endereço informado à Justiça e era considerado foragido. Ele foi localizado em um hotel nas proximidades do Aeroporto de Congonhas/SP. O homem foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, onde permanece à disposição da Justiça.
A Operação Kore 32 integra as ações permanentes da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos e reforça o compromisso da Polícia Federal no combate a crimes sexuais contra crianças e adolescentes, fortalecido desde a criação, em 2023, da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos e das delegacias especializadas em todas as Superintendências Regionais.
Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo
(11) 3538-5013
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.
O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.
A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.
O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.
Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.
A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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