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PF participa de varredura técnica na Blue Zone da COP30

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Belém/PA. A Polícia Federal realizou, neste sábado (8/11), varreduras técnicas de segurança nas instalações da Blue Zone da COP30, área onde ocorrerão as discussões oficiais da conferência. A ação coordenada pela PF conta com a participação integrada do Exército Brasileiro, Meios das Polícias Estaduais arregimentados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), com acompanhamento do Departamento de Segurança e proteção da Organização das Nações Unidas (UNDSS).

A varredura antibomba e QBRN (Química, Biológica, Radiológica e Nuclear) tem como objetivo garantir que o espaço esteja completamente seguro antes de ser formalmente entregue à ONU. A partir desse momento, a área passa a ser considerada sob responsabilidade da ONU, conforme protocolo internacional assinado pelo Brasil e aprovado pelo Congresso Nacional.

Durante a realização da COP30, a Blue Zone assume um status especial, semelhante ao de uma embaixada. Por esse motivo, a sede da ONU será temporariamente “transferida” de Nova York para a capital paraense, com a presença de Chefes de Estado, ministros, negociadores e representantes de diversos países.

A Polícia Federal segue atuando com rigor técnico e cooperação institucional para assegurar os mais altos padrões de segurança em todas as etapas do evento.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará

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Fonte: Polícia Federal

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CDH encerra semestre com mais de 100 propostas apreciadas

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A presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senadora Damares Alves (Republicanos-DF), apresentou nesta quarta-feira (15) um balanço das atividades do colegiado no primeiro semestre de 2026. 

Segundo a senadora, a comissão apreciou 108 das 121 matérias distribuídas no período, realizou 22 reuniões deliberativas, promoveu 31 audiências públicas e deliberou sobre 426 expedientes relacionados a denúncias de violações de direitos humanos. 

— Esta comissão virou uma central de recebimento de denúncias dos mais variados temas de violação de direitos humanos no Brasil — disse Damares. 

Leis, participação social e fiscalização 

Damares destacou a aprovação de projetos em votação final, de propostas que se transformaram em lei e de sugestões apresentadas por cidadãos por meio do Portal e-Cidadania, posteriormente convertidas em projetos de lei ou em indicações ao Poder Executivo. 

A senadora também ressaltou a atuação da comissão na realização de audiências públicas, diligências, avaliações de políticas públicas e debates sobre temas como violência contra crianças e mulheres, doenças raras, inclusão de pessoas com deficiência, direitos dos povos indígenas e quilombolas, trabalho infantil, desaparecimento de crianças e enfrentamento aos impactos sociais das apostas esportivas. 

Damares lembrou ainda a criação da subcomissão permanente para acompanhar a situação do povo ianomâmi, as diligências externas realizadas pela comissão e a interlocução com órgãos do Executivo. 

— Os ministérios estão vindo até nós, não há resistência do atual governo em participar das discussões da comissão. Aqui respeitamos o trabalho de todo profissional que está na ponta. Fiquei muito feliz com os números trazidos por esse relatório — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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