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PF no Acre cumpre mandado de prisão contra suspeito de ameaçar assentados e denunciantes dos crimes investigados na Operação Vereda

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Rio Branco/AC. A Polícia Federal cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça Federal em desfavor de um dos investigados no âmbito da Operação Vereda, na última segunda-feira (13/10), no Acre.

A prisão foi decretada após o avanço das investigações revelar que o suspeito em questão continuava a ameaçar assentados e denunciantes que colaboraram com as autoridades, buscando intimidá-los e impedir o andamento das apurações.

A medida representa um avanço importante na responsabilização dos envolvidos e reforça o compromisso da Polícia Federal com o combate às invasões de terras públicas, ao desmatamento ilegal e às ações de intimidação contra os legítimos assentados e defensores da floresta.

Relembre a Operação Vereda: 

A Operação Vereda foi deflagrada pela Polícia Federal em 30/9, com o objetivo de investigar suspeitos de invasões e desmatamentos ilícitos na Reserva Legal Coletiva do Projeto de Assentamento Extrativista Porto Dias, localizado na área rural do Município de Acrelândia/AC.

As investigações apontam que a região, criada para garantir a subsistência das famílias assentadas mediante exploração sustentável e amparada por plano de manejo aprovado pelos órgãos ambientais competentes, vem sendo alvo de ocupações violentas com o propósito de ocupar ilegalmente, promover loteamentos clandestinos e lucrar com a venda dos lotes. Esse processo destrutivo compromete a função socioambiental do assentamento, trazendo graves prejuízos ao meio ambiente e às famílias extrativistas que dependem da floresta para subsistência.

A atuação criminosa dos envolvidos é marcada por extorsões e ameaças contra os moradores legítimos, inclusive contra crianças, e pelo loteamento clandestino da área, prática que fomenta a degradação e fragiliza a permanência dos extrativistas que cumprem sua função social. 

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
(68) 99912-8812
[email protected] 

 

Fonte: Polícia Federal

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PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta

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O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.

A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.

Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.

Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.

Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

 

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