Polícia Federal
PF e a polícia internacional da Guiana realizam ação integrada contra garimpo ilegal na região do Rio Ireng
Polícia Federal
Manaus (AM). A Polícia Federal, por meio do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI-Amazônia), em ação conjunta com a Guyana Geology and Mines Commission (GGMC), Guyana Police Force (GPF) e da Guyana Defence Force (GDF), deflagrou uma operação contra o garimpo ilegal, realizada em território guianense entre os dias 10 e 19/11, na região do Rio Ireng (Rio Mau), área de Kanapang e Chiung, localizada na fronteira com o Brasil.
Ao longo dos nove dias de atuação, as equipes destruíram equipamentos utilizados na extração clandestina e desarticularam estruturas ilegais de garimpo. Foram presas 26 pessoas, sendo um guianense, um venezuelano e 24 brasileiros.
Além disso, o CCPI-Amazônia reforça que operações integradas dessa natureza estão alinhadas aos compromissos ambientais destacados na COP 30, que ocorreu ao longo do mês de novembro de 2025. A atuação do Centro contribui diretamente para o fortalecimento da governança ambiental na região, intensificando o combate a crimes transfronteiriços e colaborando para a preservação de ecossistemas sensíveis.
A operação reafirma o compromisso conjunto do Brasil e da Guiana no combate ao crime ambiental, na proteção de áreas sensíveis da Amazônia e no fortalecimento das ações de controle fronteiriço.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
(92) 3655-1547
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.
O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.
A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.
O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.
Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.
A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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