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PF combate garimpos ilegais que contaminavam rio em Terra Indígena Kayapó

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Redenção/PA. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (27/11), a Operação Juari, com o objetivo de desarticular garimpos ilegais que despejavam rejeitos no rio Juari e causa impactos diretos a diversas aldeias da Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará.

Na ação, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão, sendo nove em imóveis rurais no município de Bannach e um em uma residência na cidade de Rio Maria. Em um dos endereços rurais, os policiais encontraram um garimpo em pleno funcionamento, onde os rejeitos eram lançados diretamente no ribeirão Bananal, que também deságua no rio Juari.

No local, foram apreendidos dois motores estacionários, uma escavadeira hidráulica, porções de mercúrio e um telefone celular. Não havia pessoas no garimpo no momento da chegada das equipes, e por isso não foram realizadas prisões durante a operação. Ainda assim, os agentes encontraram alojamentos improvisados, com barracos de madeira e lonas, redes de dormir, mochilas e itens de higiene pessoal, indícios de que trabalhadores eram mantidos em condições degradantes.

Em Rio Maria, o mandado foi cumprido na casa de uma investigada suspeita de comercializar o ouro extraído ilegalmente nas áreas rurais de Bannach. A Polícia Federal prossegue com a análise do material apreendido e o interrogatório dos envolvidos, para aprofundar as investigações.

Conforme foi possível inferir a partir dos dados coletados durante a investigação, os rejeitos despejados pelos garimpos seguiam pelo rio Juari até o rio Fresco, que corta a Terra Indígena Kayapó antes de desaguar no rio Xingu. As aldeias situadas às margens do rio sofrem os efeitos da atividade ilegal, incluindo a diminuição da oferta de peixes e a contaminação por mercúrio.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
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@pf.para

Fonte: Polícia Federal

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Senado terá semanas de esforço concentrado após o recesso, anuncia Davi

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Antes das eleições de outubro, o Senado fará duas semanas de esforço concentrado, marcadas para agosto e setembro. O anúncio foi feito pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, nesta quarta-feira (15), em Plenário.

As semanas de esforço concentrado serão entre 10 e 14 de agosto e entre 31 de agosto e 3 de setembro, e devem coincidir com os esforços concentrados na Câmara, conforme acordado com o presidente daquela Casa, deputado Hugo Motta. A intenção é garantir a aprovação de proposições pelas duas Casas legislativas na mesma semana.

— Informo a Vossas Excelências que o calendário é exatamente o mesmo que será adotado pela Câmara dos Deputados, permitindo que o Congresso Nacional funcione em plenitude e de modo eficiente e harmônico — informou Davi.

Entre as proposições cuja votação não deve ser concluída no primeiro semestre está a proposta de emenda à Constituição que extingue a chamada escala 6×1 (PEC 221/2019). Também há 57 vetos pendentes de análise pelo Congresso, dos quais 49 trancam a pauta de votações atualmente.

O esforço concentrado ocorrerá após o recesso parlamentar, que é a suspensão das atividades do Congresso Nacional. O recesso ocorre nos períodos de 18 a 31 de julho e de 23 de dezembro a 1º de fevereiro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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