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PF combate garimpos ilegais que contaminavam rio em Terra Indígena Kayapó

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Redenção/PA. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (27/11), a Operação Juari, com o objetivo de desarticular garimpos ilegais que despejavam rejeitos no rio Juari e causa impactos diretos a diversas aldeias da Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará.

Na ação, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão, sendo nove em imóveis rurais no município de Bannach e um em uma residência na cidade de Rio Maria. Em um dos endereços rurais, os policiais encontraram um garimpo em pleno funcionamento, onde os rejeitos eram lançados diretamente no ribeirão Bananal, que também deságua no rio Juari.

No local, foram apreendidos dois motores estacionários, uma escavadeira hidráulica, porções de mercúrio e um telefone celular. Não havia pessoas no garimpo no momento da chegada das equipes, e por isso não foram realizadas prisões durante a operação. Ainda assim, os agentes encontraram alojamentos improvisados, com barracos de madeira e lonas, redes de dormir, mochilas e itens de higiene pessoal, indícios de que trabalhadores eram mantidos em condições degradantes.

Em Rio Maria, o mandado foi cumprido na casa de uma investigada suspeita de comercializar o ouro extraído ilegalmente nas áreas rurais de Bannach. A Polícia Federal prossegue com a análise do material apreendido e o interrogatório dos envolvidos, para aprofundar as investigações.

Conforme foi possível inferir a partir dos dados coletados durante a investigação, os rejeitos despejados pelos garimpos seguiam pelo rio Juari até o rio Fresco, que corta a Terra Indígena Kayapó antes de desaguar no rio Xingu. As aldeias situadas às margens do rio sofrem os efeitos da atividade ilegal, incluindo a diminuição da oferta de peixes e a contaminação por mercúrio.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
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@pf.para

Fonte: Polícia Federal

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Flávia Moretti diz ter maioria na Câmara e prevê derrota de Wanderley

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que seu grupo político conseguiu reunir a maioria dos vereadores para disputar o comando da Câmara Municipal. Segundo ela, o vereador Lucas, conhecido como Lucas do Chapéu do Sol, conta com apoio suficiente para assumir a presidência da Casa na próxima eleição da Mesa Diretora.

A disputa envolve o atual presidente do Legislativo, Wanderley Cerqueira, que, na avaliação da prefeita, não deve permanecer no cargo após a votação. Flávia atribuiu a demora na definição do pleito ao cenário político da Câmara e afirmou que o grupo adversário sabe que pode perder a disputa.

“Olha, a gente já tem a maioria. O Lucas conquistou a maioria dos vereadores. E com a eleição da Câmara, eu acredito que venha a ser uma nova reformulação na Mesa Diretora”, declarou.

A eleição da Mesa Diretora também está sendo discutida judicialmente. Vereadores ingressaram com uma ação para tentar garantir a realização do pleito. Conforme relatado pela prefeita, o processo estaria na fase de citação e manifestação do atual presidente, que teria prazo de 10 dias para apresentar informações à Justiça.

“E ele, como presidente, acredito que não vai ter vez dessa vez”, afirmou Flávia, ao comentar a possibilidade de mudança no comando do Legislativo municipal.

Durante a entrevista, a prefeita também foi questionada sobre a situação interna do PL em Mato Grosso. Ela evitou se posicionar publicamente sobre uma possível mudança na direção estadual da sigla e afirmou que prefere aguardar as decisões da presidência nacional, comandada por Valdemar Costa Neto.

Flávia também disse que pretende esperar a definição sobre quem ficará à frente do partido no Estado para, depois, discutir o futuro do diretório municipal de Várzea Grande e sua própria situação na legenda.

“Eu espero somente a condução do PL de Várzea Grande com o presidente que ficará ou trocará pra depois eu discutir o diretório de Várzea Grande. Ou a situação minha no partido”, declarou.

 

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