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PF apura desvio de encomendas em ação conjunta com os Correios

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Ribeirão Preto/SP. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira, 24/7, a Operação Entrega Segura, com o objetivo de apurar a prática dos crimes de estelionato e furto de mercadorias atribuídos a um carteiro da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

A investigação teve início a partir de apuração interna realizada pelos próprios Correios, que, ao identificarem indícios de condutas criminosas, acionaram a Polícia Federal para aprofundamento das diligências.

Segundo os elementos colhidos até o momento, o investigado, no exercício da função de carteiro, selecionava endereços de terceiros – localizados em sua rota de entrega – sem o conhecimento dos verdadeiros moradores. Esses endereços eram repassados a outros envolvidos, ainda não identificados, com o intuito de viabilizar o envio de mercadorias de origem ilícita.

Ao receber as encomendas destinadas aos endereços previamente escolhidos, o carteiro dava baixa no sistema de rastreamento oficial dos Correios, simulando a entrega regular. Em seguida, repassava os objetos a um comparsa, recebendo valores em troca de sua participação no esquema.

As investigações indicam que os moradores dos endereços utilizados não tinham qualquer envolvimento ou conhecimento das ações criminosas, o que reforça os indícios de uma estrutura organizada voltada à recepção de produtos adquiridos por meios ilícitos, cuja origem também está sendo apurada.

Comunicação Social da Polícia Federal em Ribeirão Preto
Fone: (16) 3238-5218
e-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.

Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.

— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.

O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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