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Operação Integrada da FICCO/AM, COE e DRCO prende policiais suspeitos de pirataria e apreende uma tonelada de drogas no Rio Negro

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Manaus/AM. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (FICCO/AM), em ação conjunta com a Companhia de Operações Especiais da Polícia Militar do Amazonas (COE/PMAM) e o Departamento de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil do Amazonas (DRCO/PCAM), deflagrou nos dias 23 e 24/2 operação de enfrentamento ao tráfico de drogas e à pirataria fluvial nas regiões de Manaus e Barcelos/AM.

Durante a ação, cinco pessoas foram presas em flagrante, sendo três policiais militares e dois outros indivíduos suspeitos de envolvimento em crimes de pirataria no Rio Negro. Na mesma operação, foram apreendidos armamentos — incluindo fuzil e pistolas — e aproximadamente 1.046 kg de maconha do tipo skunk, de origem colombiana.

A operação foi desencadeada a partir de trabalho integrado de inteligência, com compartilhamento de informações entre as agências de segurança participantes, possibilitando a identificação e prisão dos suspeitos e a interceptação da carga ilícita.

A FICCO/AM é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Estado de Segurança Pública, Polícia Civil do Amazonas, Polícia Militar do Amazonas, Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência, Secretaria de Administração Penitenciária e Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social, tendo como missão fortalecer a integração institucional, o compartilhamento de inteligência e a atuação coordenada no enfrentamento ao crime organizado e à criminalidade violenta no Estado do Amazonas.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
Contato: (92) 3655-1563
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova projeto que obriga agressor a pagar por tornozeleira eletrônica

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o agressor de mulheres a pagar pelos custos de instalação, funcionamento e manutenção dos dispositivos de monitoramento eletrônico (tornozeleira). A cobrança só não valerá se a Justiça reconhecer que ele não tem condições financeiras de arcar com essas despesas.

Foi aprovada a versão da relatora, deputada Adriana Accorsi (PT-GO), para o Projeto de Lei 317/26, do deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), e outros dois projetos apensados.

Segundo Adriana Accorsi, o substitutivo reúne as principais inovações de três projetos de lei que buscam aperfeiçoar a fiscalização e a proteção de vítimas de violência doméstica.

“Essa criminalidade, impulsionada pelo sentimento de posse, exige mecanismos de proteção tecnologicamente sofisticados e de natureza impositiva”, diz o parecer da relatora.

Outros pontos
Entre outras alterações, o novo texto obriga as delegacias a criarem canais exclusivos e suplementares para receber alertas imediatos e atuarem prontamente quando o agressor desrespeitar a distância máxima permitida.

A proposta também determina que a Justiça estabeleça perímetros de exclusão obrigatórios ao redor da residência, do local de trabalho e de estudo da mulher.

Outra inovação permite que celulares apreendidos pela polícia sejam entregues a mulheres de baixa renda para que recebam avisos de segurança.

Atualizações recentes
Por fim, a relatora lembrou que a Lei Maria da Penha passou por atualizações importantes com a recente Lei 15.383/26. Agora, violar a tornozeleira eletrônica ou as áreas de exclusão é considerado crime, com pena aumentada em um terço nesses casos. A nova norma também permite que o monitoramento seja imposto imediatamente pela autoridade policial.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Marcia Becker

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