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Formação fortalece práticas pedagógicas no Programa ETA

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Professores que atuam no Programa Escola em Tempo Ampliado (ETA) participaram, na noite desta quarta-feira (19), na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Honorato Pedroso de Barros, de uma formação continuada. O encontro possibilitou aos profissionais refletirem sobre suas práticas pedagógicas, compartilharem vivências e conhecerem novas estratégias que contribuem para o desenvolvimento integral dos estudantes.

De acordo com a assessora pedagógica do Programa ETA, Jaqueline Rocha, o encontro reuniu 60 professores que atuam nas oficinas de artesanato, esporte, dança, manuseio da terra, música e teatro. “Esta foi a primeira reunião de um total de quatro encontros que ainda serão realizados até o mês de outubro. Além de fortalecer o trabalho coletivo, a formação tem um espaço de diálogo e aprendizagem, valorizando os conhecimentos e as experiências de cada professor. A formação tem carga horária de 20 horas”, destacou.

Para Jaqueline Rocha, mais do que pensar em atividades para preencher o tempo ampliado, a formação leva os profissionais a olhar para esse período com qualidade e intencionalidade. “Como professores, precisamos pensar no que queremos desenvolver com cada proposta, no que ela pode despertar nos alunos e em como podemos oferecer experiências diferentes daquelas que eles já vivenciam no cotidiano da sala de aula. As oficinas abrem espaço para experimentar, criar, investigar, trabalhar em grupo e aprender de outras formas”, disse.

A assessora pedagógica ressaltou ainda que um dos grandes desafios da escola em tempo ampliado é fazer com que mais tempo na escola represente também mais possibilidades de aprendizagem, convivência e desenvolvimento. “O encontro de ontem à noite foi para compartilhar ideias, alinhar caminhos e, principalmente, reforçar que o tempo ampliado ganha sentido quando conseguimos transformá-lo em oportunidades significativas para nossos alunos.”

Dinâmica

A formação de cada oficina ocorreu separadamente, para que os profissionais pudessem trabalhar de forma mais específica suas atribuições. “As dinâmicas e as atividades foram propostas dentro das salas de aula, com o objetivo de garantir um acompanhamento mais próximo e focado. Por isso, as oficinas foram divididas, permitindo que cada professor se dedicasse integralmente às suas atribuições”, completou Jaqueline Rocha.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores

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O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.

Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.

“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.

Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.

O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.

A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.

O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.

Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.

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