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FICCO/RN deflagra operação na região metropolitana de Natal e apreende armamentos

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Natal/RN. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Rio Grande do Norte (FICCO/RN), na manhã desta quinta-feira (7/8), em operação conjunta com a Polícia Militar do RN, através do 16º BPM, cumpriu busca em endereço da região metropolitana de Natal, em desdobramento da Operação Bate Lata.

A ação teve como motivação informações de inteligência que indicavam movimentações suspeitas em áreas estratégicas da capital potiguar. Durante as diligências, as equipes localizaram armamentos e munições, que foram recolhidos para perícia técnica.

O material apreendido está sendo submetido a exames periciais, enquanto as investigações continuam em andamento.

A FICCO/RN é composta por integrantes das polícias Federal, Militar, Civil, Penal, e a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), atuando de modo integrado no enfrentamento ao crime organizado. 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte
Contato: (84) 3204.5588
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.

O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.

A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.

O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.

Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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