Polícia Federal
FICCO/MG deflagra Operação “Tsunami 4” contra criminalidade em Minas Gerais
Polícia Federal
Governador Valadares/MG. Nesta segunda-feira (22/09), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG) e a Polícia Civil de Itanhomi/MG deflagaram a quarta fase da Operação “Tsunami”, com o objetivo de combater facção criminosa armada, dessa vez, com suspeita de estarem planejando assaltos à Instituições Financeiras. Duas pessoas foram presas em flagrante, além da apreensão de uma pistola, um rifle, munições de fuzil, documentos e celulares.
As investigações apontam que dois suspeitos estariam tramando uma ação para explosão de caixa eletrônico em Capitão Andrade/MG. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.
Paralelamente, nesta mesma data foi cumprido um outro mandado de busca e apreensão de outro processo criminal em desfavor de um cidadão que perdeu o requisito da idoneidade para possuir armas de fogo e munições.
A Operação “Tsunami” teve início em 2024, com as duas primeiras fases realizadas nessas duas cidades.
A FICCO/MG é coordenada pela Polícia Federal e composta pelas Polícias Civil, Militar e Penal.
Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
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(31) 3168-6340
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta
O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.
A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.
Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.
Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.
Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.
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