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Influenciadora reage a áudio polêmico e cobra respeito da prefeita em VG

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A influenciadora digital Comadre Nhenho voltou a se manifestar após a repercussão de um áudio atribuído à prefeita Flávia Moretti, que circula nas redes sociais e tem gerado indignação entre moradores.

No conteúdo, a voz atribuída à gestora afirma: “Vou dar água para esse povo, vou dar água até no c desse povo, e o povo vai votar em mim de novo”*. A declaração foi considerada ofensiva por parte da população e ampliou as críticas à administração municipal.

A polêmica ganhou novos desdobramentos após uma perícia recente, divulgada pelo programa do Pop, apresentado por Everton Pop, apontar a veracidade dos áudios. A análise técnica reforçou a autenticidade do material e intensificou a repercussão do caso.

Em sua fala, Comadre Nhenho destacou o impacto da falta de água na vida da população mais vulnerável. “Quem sofre com a falta d’água é a mãe de família, o trabalhador, o idoso. Esse povo não tem dinheiro pra comprar água”, afirmou.

Ela também relatou situações enfrentadas por moradores, especialmente no Residencial Novo Terceiro. “Teve gente tomando banho com água mineral porque não tinha água em casa”, disse.

A influenciadora ainda questionou o teor da fala atribuída à prefeita e cobrou mais responsabilidade. “Você acha que o povo merece ouvir isso? O povo vai lembrar disso na hora de votar”, declarou.

Com a confirmação pericial e a repercussão nas redes, o caso aumenta a pressão sobre a gestão municipal em meio às constantes reclamações sobre o abastecimento de água.

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Depoimentos à PF apontam suspeita de caixa 2 em campanha em VG

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Relatos indicam pagamentos em dinheiro vivo a fiscais, fora das contas oficiais. Caso pode gerar investigação eleitoral e risco à chapa.

Depoimentos prestados à Polícia Federal em Mato Grosso apontam indícios de possíveis irregularidades na campanha eleitoral de 2024 da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti. As informações constam em relatos de coordenadores e colaboradores que teriam atuado durante o período eleitoral.

A informação foi divulgada com exclusividade pelo Blog do Popo.

Segundo os depoimentos, alguns fiscais de partido teriam recebido pagamentos em dinheiro vivo, apesar de contratos que previam transferências via PIX. Uma das pessoas ouvidas detalhou que recebeu valores por serviços prestados e também quantias adicionais em espécie para repassar a outros fiscais.

“Os pagamentos previstos eram por transferência, mas parte foi feita em dinheiro entregue no comitê”, relatou uma das testemunhas às autoridades.

Os indícios levantam a suspeita de que parte dos recursos utilizados na campanha não teria transitado pelas contas oficiais, o que, em tese, pode configurar irregularidade eleitoral. A Polícia Federal apura se a prática teria ocorrido de forma pontual ou sistemática durante o primeiro turno.

Nos bastidores, há a expectativa de que novos depoimentos com teor semelhante possam ser formalizados, ampliando o alcance das investigações. Caso as irregularidades sejam confirmadas, especialistas apontam que podem ser abertos processos por abuso de poder econômico e captação ilícita de recursos.

“Se comprovadas, as irregularidades podem ter consequências eleitorais relevantes”, avaliam fontes ligadas à área jurídica.

Até o momento, não há decisão judicial sobre o caso. A apuração segue em andamento e deve avançar conforme a análise dos documentos e depoimentos coletados pelas autoridades.

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