Opinião
Influenciadora reage a áudio polêmico e cobra respeito da prefeita em VG
Opinião
A influenciadora digital Comadre Nhenho voltou a se manifestar após a repercussão de um áudio atribuído à prefeita Flávia Moretti, que circula nas redes sociais e tem gerado indignação entre moradores.
No conteúdo, a voz atribuída à gestora afirma: “Vou dar água para esse povo, vou dar água até no c desse povo, e o povo vai votar em mim de novo”*. A declaração foi considerada ofensiva por parte da população e ampliou as críticas à administração municipal.
A polêmica ganhou novos desdobramentos após uma perícia recente, divulgada pelo programa do Pop, apresentado por Everton Pop, apontar a veracidade dos áudios. A análise técnica reforçou a autenticidade do material e intensificou a repercussão do caso.
Em sua fala, Comadre Nhenho destacou o impacto da falta de água na vida da população mais vulnerável. “Quem sofre com a falta d’água é a mãe de família, o trabalhador, o idoso. Esse povo não tem dinheiro pra comprar água”, afirmou.
Ela também relatou situações enfrentadas por moradores, especialmente no Residencial Novo Terceiro. “Teve gente tomando banho com água mineral porque não tinha água em casa”, disse.
A influenciadora ainda questionou o teor da fala atribuída à prefeita e cobrou mais responsabilidade. “Você acha que o povo merece ouvir isso? O povo vai lembrar disso na hora de votar”, declarou.
Com a confirmação pericial e a repercussão nas redes, o caso aumenta a pressão sobre a gestão municipal em meio às constantes reclamações sobre o abastecimento de água.
Opinião
Comissão aprova inclusão de guardas municipais na Força Nacional de Segurança Pública
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5877/25, que permite a participação de integrantes das guardas municipais na Força Nacional de Segurança Pública (FNSP).
Atualmente, a tropa é composta principalmente por policiais civis, militares e bombeiros dos estados.
A proposta autoriza a União a firmar convênios diretamente com os municípios para que os guardas municipais atuem na Força Nacional.
O texto também permite a convocação de guardas municipais aposentados há menos de cinco anos para reforçar o efetivo em operações especiais.
Os guardas municipais que atuarem na Força Nacional terão os mesmos direitos dos demais integrantes da corporação, incluindo o recebimento de diárias e indenização em caso de morte ou invalidez decorrente das missões. O objetivo é assegurar tratamento igualitário aos profissionais mobilizados.
Parecer do relator
Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), pela aprovação do projeto. Segundo o relator, a medida corrige uma lacuna institucional e valoriza o papel dos municípios na segurança.
“Ao equalizar o regime de pagamentos e de proteção dos guardas municipais ao das demais corporações, garante-se a igualdade para os agentes que arriscam a vida nessas missões”, disse.
O autor da proposta, deputado Capitão Alden (PL-BA), afirmou que as guardas municipais já são reconhecidas como integrantes do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), mas ainda precisavam de uma regra clara para atuar na Força Nacional.
Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Marcelo Oliveira
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