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Vigia Mais MT se destaca como modelo de tecnologia e eficiência em Segurança Pública em encontro nacional de secretários

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O programa Vigia Mais MT foi tratado como exemplo de eficiência no emprego da tecnologia de videomonitoramento em Segurança Pública e modelo de otimização de recursos durante a reunião do Conselho Nacional de Secretários de Segurança (Consesp), que aconteceu nesta terça-feira (12.8), em Manaus, no Estado do Amazonas.

A exposição, feita pelo secretário de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, despertou interesse e levantou o debate entre os secretários sobre a importância de se conhecer boas práticas governamentais voltadas à segurança da população.

“Mato Grosso criou lei própria e uma forma eficiente de aquisição e gestão dos equipamentos de videomonitoramento que está se mostrando eficaz para o Estado. Acabei de pedir ao secretário Roveri uma visita institucional para conhecer o Vigia Mais MT de perto. Esse programa cairá como uma luva ao que buscamos para o Acre. Vamos conhecer e, com certeza, adaptar o modelo mato-grossense à nossa realidade”, reagiu o secretário de Segurança do Acre, José Américo de Souza Gaia.

Gaia destacou que, além da muralha digital voltada à prevenção e repressão, inclusive com certificação das imagens como provas criminais nos inquéritos, Mato Grosso reduziu os custos na aquisição dos equipamentos com as parcerias estabelecidas com as prefeituras e instituições privadas para instalação e manutenção das câmeras.

O secretário de Segurança de Rondônia, coronel Felipe Bernardo Vital, disse que ficou impressionado com o que Mato Grosso está fazendo com o uso da tecnologia de videomonitoramento. Ele disse que também já acertou com o secretário Roveri uma visita institucional para conhecer o Vigia Mais MT, junto com o secretário José Gaia.

“O Mato Grosso avançou muito na questão das câmeras de videomonitoramento. Vimos aqui o quanto está eficiente o programa, mas a gente também está trabalhando nesse sentido. Então, nos integrar ao Mato Grosso e ao Acre nos tornará mais eficientes no combate ao tráfico de drogas”, avalia coronel Vital.

Diante do número de secretários que manifestaram interesse em conhecer o Vigia Mais, o secretário César Roveri se colocou à disposição para recebê-los em Mato Grosso e compartilhar o modelo desenvolvido e a legislação criada, estabelecendo as regras de adesão ao programa e gestão dos equipamentos.

“Será uma grande satisfação recebê-los e compartilhar a expertise dos nossos técnicos e a preocupação do Governo de Mato Grosso em investir e tornar a segurança pública mais eficiente na prestação de serviços à população. É gratificante saber que podemos contribuir com outros Estados”, avalia Roveri.

Apresentação

Durante quase 1h, o secretário César Roveri e o tenente PM Leandro Alves, integrante da equipe do Vigia Mais MT, expuseram o programa e responderam questionamentos dos secretários.

Roveri detalhou o processo de compra dos equipamentos de videomonitoramento, expôs o Vigia Mais nas versões criadas para instalação de câmeras em parceria com os municípios e a iniciativa privada, de segurança nas escolas, de fiscalização de obras públicas e postos da fazenda pública (entrada e saída de mercadorias), além do Vigia Mais Motoristas.

Fonte: Governo MT – MT

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Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes

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Mulher de vestido verde discursa ao microfone para uma plateia de jovens sentados em cadeiras. Uma caixa de som preta está no chão em primeiro plano.A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.

O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.

Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.

“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.

Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.

Foto em plano médio de uma jovem negra de cabelos cacheados curtos e óculos de grau, sorrindo suavemente. Ao fundo, uma cortina persiana azul.Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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