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Polícia Militar frusta rolezinho em Rondonópolis e apreende 30 motocicletas irregulares

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Policiais militares do 5º Batalhão frustraram, na noite desta quinta-feira (25.12), uma ação irregular conhecida como “rolezinho de Natal”, orquestrada por motociclistas, no município de Rondonópolis (220 km de Cuiabá). As equipes apreenderam 30 veículos e aplicaram 84 notificações de trânsito.

Os policiais militares realizavam uma ação integrada de fiscalização, no âmbito da Operação Tolerância Zero, com objetivo de coibir o denominado rolezinho, nas proximidades da Avenida Presidente Médici e do viaduto da BR-364. O evento, organizado de maneira irregular, prevê a condução de veículos em alta velocidade e manobras perigosas nas vias, contrárias às leis de trânsito.

O policiamento tático e ostensivo foi realizado em regiões distintas da cidade, como na área central, do Vila Aurora e da Grande Vila Operária. Nas ações, com aproximação dos policiais e durante as tentativas de abordagens, os suspeitos, por diversas vezes, avançavam contra as equipes, sendo necessários utilização de meios não letais.

Os motociclistas abandonaram os veículos em meio as vias, sendo assim, feita apreensão sem identificação dos condutores. Em uma das ações, um homem foi preso em flagrante por direção perigosa, embriaguez ao volante e não possuir habilitação para dirigir.

Participaram da ação equipes da 17ª Companhia Independente e Grupo de Apoio (GAP). Os veículos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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