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Polícia Civil prende 3 pessoas por tráfico de drogas em Rondonópolis

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Três pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (18.11), no município de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), pelo crime de tráfico de drogas.

A ação foi realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, durante investigação para apurar o sumiço de Aparecido de Arruda Garcia, ocorrido no dia 11 de novembro deste ano.

Com os suspeitos, de 48, 25 e 24 anos, os policiais civis apreenderam quinze porções de maconha, além de materiais utilizados para o comércio de entorpecentes. O trio foi preso no bairro Vila Operária.

No decorrer das diligências para esclarecer o desaparecimento de pessoa, a equipe da DHPP de Rondonópolis localizou a motocicleta Honda NXR150 Bros de cor vermelha, que estava com a vitima quando ela desapareceu.

De acordo com a delegada da DHPP de Rondonópolis, Karla Peixoto, a droga apreendida trata-se de uma supermaconha conhecida como Ice (com concentrado de cannabis de alta potência sendo produzida a partir da flor da planta que são as partes com a maior concentração de tricomas).

“O produto final é um produto com uma altíssima concentração de THC, sendo ate mais viciante e com valor maior do mercado ilícito”, destacou a delegada Karla Peixoto.

Diante do flagrante os três suspeitos foram conduzidos até a delegacia, onde foram interrogados e autuados pelo crime de tráfico de drogas. Após a confecção do autos, os presos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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