Mato Grosso

Patrulha Rural prende dupla de faccionados em flagrante com submetralhadora, revólveres e pistola

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Militares da equipe da Patrulha Rural do Quartel do Comando-Geral da PM prenderam dois homens faccionados, de 32 e 20 anos, com submetralhadora, revólveres e pistola, na tarde deste sábado (20.12). A prisão ocorreu em flagrante durante patrulhamento militar, na zona rural de Chapada dos Guimarães.

De acordo com o boletim de ocorrência, os militares estavam em rondas pela região de Paraíso do Manso e identificaram uma propriedade rural que não possuía cadastro pelas equipes da Patrulha Rural.

Os policiais se aproximaram para fazerem contato com os proprietários da residência, para aproximação da segurança pública, mas foram recebidos por dois homens armados com revólveres.

Imediatamente, os policiais deram ordens de parada e para que a dupla soltasse as armas no chão, e foram prontamente atendidos pela dupla. Na abordagem aos homens, foi identificado ainda que eles seriam membros de uma facção criminosa.

Os militares continuaram as buscas na casa e localizaram mais quatro armas, sendo elas uma submetralhadora, uma pistola, uma carabina e uma espingarda, bem como munições e cartuchos para todo o armamento.

Diante da situação, os dois criminosos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Chapada dos Guimarães, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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