Mato Grosso
Lago Di Vino posiciona o urbanismo mato-grossense entre os melhores das Américas
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Abitte Urbanismo foi reconhecida no Internacional Americas Property Awards 2025-2026, uma das premiações mais prestigiadas do mercado imobiliário mundial. O Lago Di Vino, empreendimento da incorporadora em Cuiabá (MT), foi um dos vencedores na categoria Real Estate (Mercado Imobiliário), que valoriza projetos urbanísticos inovadores e sustentáveis. A cerimônia de entrega foi realizada no dia 21 de novembro, em Miami (Flórida), e reuniu empresas e profissionais de destaque de todo o continente americano.
O Property Awards avalia projetos das Américas, Ásia e Europa em cinco categorias: Arquitetura, Desenvolvimento, Design de Interiores, Mercado Imobiliário e Nomeações Regionais. O Lago Di Vino é o primeiro empreendimento horizontal de Cuiabá condecorado pela premiação, um marco para o urbanismo da capital mato-grossense.
Para o CEO da Abitte Urbanismo, Francisco Colnaghi Neto, o reconhecimento reforça a expertise de mais de 30 anos da incorporadora em desenvolver projetos em patamar único de sofisticação e pioneirismo. “Considero uma conquista para toda a cidade. Moradores, investidores e futuros residentes poderão vivenciar uma arquitetura verdadeiramente reconhecida e premiada a nível continente”.
A escolha dos vencedores é feita por mais de 100 jurados independentes, incluindo membros da Câmara dos Lordes do Parlamento do Reino Unido, que avaliam critérios como design, qualidade, inovação, originalidade e compromisso com a sustentabilidade. “O prêmio traz uma reputação internacional ao Lago Di Vino, mas, para nós, é sobretudo a materialização do nosso compromisso em entregar um urbanismo mais humano, que respeita o ambiente e fortalece o bem-estar e convívio social”, avalia Francisco Colnaghi Neto.
Para o sócio e membro do Conselho Administrativo da Colpar Brasil, José Maurício Caldeira, o reconhecimento é resultado da dedicação das equipes e do foco na qualidade de vida. “É o reconhecimento de um trabalho planejado, feito com muita dedicação por profissionais comprometidos com o bem viver, não apenas de nossos clientes, mas da comunidade de Cuiabá como um todo. O Lago Di Vino representa o melhor de nossa política de ESG, ao unir proteção ao meio ambiente, governança firme e envolvimento com as comunidades onde estamos inseridos”, finaliza.

Conheça o Lago Di Vino
O Lago Di Vino é um condomínio horizontal em Cuiabá (MT) que integra urbanismo, arquitetura e paisagismo em perfeita harmonia com a natureza. O projeto é assinado pela Rother Arquitetura, em coautoria com a BC Arquitetos e o paisagista Daniel Nunes, profissionais reconhecidos por trabalhos contemporâneos, sofisticados e autênticos.
Com aproximadamente 450 mil m² de área total e 188 mil m² de áreas verdes e uso comum, o empreendimento privilegia o bem-estar e a fluidez entre espaços, conectando áreas de lazer, convivência e quatro lagos que somam 39 mil m² de lâmina d’água.
O arquiteto e urbanista Jhonny Rother destaca o papel da natureza no projeto. “Em Cuiabá, onde o clima é predominantemente quente, o sistema de áreas verdes – que integra lagos, espaços de convivência e faixas de preservação permanente – desempenha papel central no empreendimento Lago Di Vino, contribuindo para uma paisagem qualificada e para a criação de um microclima mais ameno, ampliando o conforto dos moradores em suas diversas formas de uso”.
Responsável pelo paisagismo, Daniel Nunes reforça a proposta de imersão natural. “Para este projeto, optamos pelo efeito reverso: não é o jardim do empreendimento, é o empreendimento que está inserido dentro de um grande jardim, com arborização de árvores de diversas espécies”.
“O Lago Di Vino é um empreendimento disruptivo para Cuiabá, algo nunca visto antes. Trouxemos conceitos de arquitetura modernista, linear e transparente, com a utilização de elementos como pedras naturais e madeira”, destacou o arquiteto Bruno Carvalho.
Localizado no Vinhedos Oliveiras, o primeiro bairro planejado de Cuiabá e o único dentro do perímetro urbano da capital, o Lago Di Vino conta com mais de 10 milhões de m², 250 lotes entre 510 e 950 m², e carrega o selo de qualidade da Abitte Urbanismo, empresa com mais de 30 anos de tradição e compromisso com projetos inovadores e sustentáveis.
Fonte: Mato Grosso
Mato Grosso
Júri de policiais penais é adiado após dissolução do conselho
O julgamento de três réus, dois deles policiais penais, acusados de envolvimento no homicídio de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 2018, foi interrompido nesta terça-feira (13) após a dissolução do Conselho de Sentença. A decisão foi proferida pelo Juízo responsável pelo caso em razão da apresentação, pela defesa, de um relatório sigiloso que não constava nos autos disponíveis na Comarca de Primavera do Leste.A controvérsia sobre o documento foi levantada pelos advogados dos réus, que sustentaram que o relatório já havia sido juntado ao processo quando o feito tramitava na Comarca de Poxoréu. Segundo a defesa, o material não teria sido encaminhado quando os autos foram transferidos para Primavera do Leste, após o desaforamento do julgamento.Os promotores de Justiça Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (GaeJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), manifestaram-se pela impugnação do relatório, sustentando a impossibilidade de utilização do documento nas circunstâncias apresentadas e prosseguimento do Júri.“Após a oitiva de várias testemunhas, a defesa apresentou um relatório supostamente sigiloso. O processo tramitava em Poxoréu e foi desaforado para Primavera do Leste. Quando os autos foram encaminhados, esse anexo sigiloso não foi enviado. Todos fomos surpreendidos em plenário. O Ministério Público suscitou questão de ordem para que o relatório fosse excluído ou não fosse utilizado”, explicou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.Diante da situação, a magistrada determinou a dissolução do Conselho de Sentença e redesignou o julgamento para o dia 20 de janeiro de 2027, às 8h. Antes da interrupção dos trabalhos, dez testemunhas chegaram a ser ouvidas em plenário.“Com a dissolução do Conselho de Sentença, é designada uma nova data para o julgamento. Um novo conselho será sorteado e as testemunhas arroladas pelo Ministério Público, pela defesa e pela assistência de acusação voltarão a ser ouvidas. O Júri recomeça desde o início, com novo sorteio dos jurados, já que os integrantes do conselho dissolvido tiveram contato direto com os fatos discutidos nesta sessão”, explicou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.O processo apura o assassinato de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 1º de maio de 2018, em Poxoréu. Conforme a denúncia do Ministério Público, após uma discussão iniciada durante o evento denominado Encontro de Violeiros, a vítima foi perseguida até uma residência, onde foi atingida por disparo de arma de fogo.Respondem ao júri o policial penal Fábio Domingos, acusado de homicídio qualificado por recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima e apontado pelo Ministério Público como autor do disparo fatal; o policial penal Carlos Jesus de Oliveira, denunciado por homicídio qualificado em concurso de pessoas; e Josane Francisca Dias de Souza, denunciada por disparo de arma de fogo.Segundo a acusação, durante a discussão ocorrida no estacionamento da festa, Josane Francisca Dias de Souza, esposa de Fábio Domingos, teria efetuado um disparo que atingiu a lataria do veículo conduzido por Giovanni Henrique Oliveira Lopes.Também figurava entre os denunciados por homicídio qualificado Patrício Francisco Dias, apontado pelo Ministério Público como participante da ação criminosa em concurso de pessoas. O processo em relação a ele, entretanto, foi extinto em razão de seu falecimento.De acordo com a denúncia, após a discussão ocorrida durante a festa, Fábio Domingos, Carlos Jesus de Oliveira e Patrício Francisco Dias teriam seguido a vítima e invadido a residência onde ela se encontrava, apresentando-se como policiais. Conforme a acusação, Giovanni Henrique Oliveira Lopes foi surpreendido dentro do imóvel e atingido por um disparo na cabeça, na frente do filho de 4 anos, na época.Com o adiamento, o caso voltará a ser submetido ao Tribunal do Júri em janeiro do próximo ano, quando um novo Conselho de Sentença será constituído para analisar as acusações formuladas pelo Ministério Público e as teses apresentadas pelas defesas.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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