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Desenvolve MT libera mais de R$ 1,2 milhão de crédito para mulheres no primeiro semestre

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A linha Mulher Empreendedora da Desenvolve MT, a Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso, liberou, até junho de 2025, mais de R$ 1,2 milhão em crédito para mulheres empreendedoras que estão à frente dos seus próprios negócios.

Ao longo de quatro anos de atuação, mais de R$ 11,2 milhões em crédito foram liberados pela Desenvolve MT, beneficiando 865 empresas lideradas por mulheres, além de promover impacto positivo na vida das empreendedoras, fortalecer o protagonismo do empreendedorismo feminino e gerar emprego e renda nos municípios.

O programa oferece condições facilitadas para que mulheres possam iniciar ou ampliar o próprio negócio, além de promover a autonomia financeira e geração de renda, com valores de até R$ 15 mil, sendo 30% para capital de giro e 70% para investimento em maquinários, produtos, equipamentos, entre outros.

O resultado expressivo demonstra a adesão das empreendedoras à iniciativa, que representa não apenas um incentivo financeiro, mas também um passo importante para a redução da desigualdade de gênero no Estado.

Para a presidente da Desenvolve MT, Mayran Beckman, o espírito empreendedor é algo intrínseco das mulheres mato-grossenses. “É emocionante ver histórias de superação nascerem de uma política pública construída com sensibilidade e propósito. É uma iniciativa essencial para impulsionar o desenvolvimento, gerar novos empregos e renda. Quando o Estado acredita nas pessoas, o crescimento acontece de verdade com protagonismo feminino”, afirmou.

A empresária Sandra Godoy, de Tangará da Serra, é um exemplo que conseguiu realizar o sonho de empreender com ajuda da Desenvolve MT. Ela descobriu a agência neste ano, por meio de uma reportagem publicada no portal de comunicação do Governo de Mato Grosso, e logo percebeu a oportunidade de profissionalizar o que, até então, era apenas um hobby.

Sandra faz a produção de bonecas de pano e as comercializa através das redes sociais e feiras de artesanato em Tangará. Com o crédito aprovado, a artesã investiu em estrutura física para montar um ateliê apropriado para a confecção das bonecas e atendimento de clientes. Além disso, também investiu em maquinário.

Com o espaço próprio, climatizado e equipado, Sandra afirma que o financiamento profissionalizou o hobby e alavancou a produção. “Agora, consigo produzir muito mais, porque tenho tudo organizado na minha bancada. Não preciso mais ficar abrindo e fechando a máquina a todo momento. Quando termino, apenas fecho a porta e vou embora. Posso retomar exatamente de onde parei, sem perder tempo. Além disso, hoje tenho um espaço adequado para atender os clientes, algo que antes eu não tinha”, conta.

Assim como Sandra, centenas de mulheres de diferentes regiões de Mato Grosso encontraram, por meio da Desenvolve MT, uma chance real de profissionalizar suas ideias e transformar sonhos em negócios.

*Com supervisão de Livia Rabani

Fonte: Governo MT – MT

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Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes

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Mulher de vestido verde discursa ao microfone para uma plateia de jovens sentados em cadeiras. Uma caixa de som preta está no chão em primeiro plano.A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.

O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.

Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.

“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.

Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.

Foto em plano médio de uma jovem negra de cabelos cacheados curtos e óculos de grau, sorrindo suavemente. Ao fundo, uma cortina persiana azul.Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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