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Câmara de Várzea Grande realiza entrega dos kits escolares do EJA

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Nesta quarta-feira (11), a Câmara Municipal de Várzea Grande realizou a entrega dos kits escolares da nova edição do EJA – Educação de Jovens e Adultos, em ação promovida pela Escola do Legislativo. O momento marcou oficialmente a aula inaugural e o início das atividades com os alunos matriculados no programa.

O evento contou com a presença do presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira (MDB), idealizador do projeto, da secretária de Gestão e Planejamento, Lorineide Inhan, além de representantes das instituições parceiras, entre elas a Faculdade UNICEIB, representada por seu diretor, Michel Guedes.

Durante a solenidade, Lorineide destacou que a ação integra o planejamento estratégico da Casa de Leis, voltado ao fortalecimento de projetos educacionais e sociais, assegurando estrutura adequada e suporte aos estudantes participantes.

“Planejamos o EJA para atender principalmente a população que mais precisa em nossa cidade. É nosso dever oportunizar diversas ações, e a educação é uma das mais importantes”, reforçou a secretária.

O presidente Wanderley Cerqueira ressaltou que o EJA foi estruturado para ampliar oportunidades no município, reafirmando o compromisso do Legislativo com políticas públicas voltadas à formação educacional.

“Nosso compromisso é com o desenvolvimento de Várzea Grande, e a educação é um dos pilares fundamentais para que isso aconteça. Por isso, sou um dos maiores incentivadores dessa ação junto com a Câmara Municipal”, enfatizou o presidente.

O diretor da UNICEIB, Michel Guedes, destacou a relevância da parceria institucional e o impacto social do projeto. “A união entre o Legislativo e a instituição de ensino demonstra responsabilidade social e compromisso com a formação cidadã. Essa iniciativa amplia oportunidades e fortalece a comunidade”, afirmou.

O programa é 100% gratuito e garante acesso integral ao processo de escolarização para jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade regular. De forma técnica e humanizada, a iniciativa assegura material didático, acompanhamento pedagógico e suporte institucional, promovendo inclusão educacional e oferecendo uma oportunidade concreta de conclusão da formação básica, com impacto direto na cidadania e nas perspectivas profissionais dos participantes.

Fonte: Política VG

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Júri de policiais penais é adiado após dissolução do conselho

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O julgamento de três réus, dois deles policiais penais, acusados de envolvimento no homicídio de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 2018, foi interrompido nesta terça-feira (13) após a dissolução do Conselho de Sentença. A decisão foi proferida pelo Juízo responsável pelo caso em razão da apresentação, pela defesa, de um relatório sigiloso que não constava nos autos disponíveis na Comarca de Primavera do Leste.A controvérsia sobre o documento foi levantada pelos advogados dos réus, que sustentaram que o relatório já havia sido juntado ao processo quando o feito tramitava na Comarca de Poxoréu. Segundo a defesa, o material não teria sido encaminhado quando os autos foram transferidos para Primavera do Leste, após o desaforamento do julgamento.Os promotores de Justiça Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (GaeJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), manifestaram-se pela impugnação do relatório, sustentando a impossibilidade de utilização do documento nas circunstâncias apresentadas e prosseguimento do Júri.“Após a oitiva de várias testemunhas, a defesa apresentou um relatório supostamente sigiloso. O processo tramitava em Poxoréu e foi desaforado para Primavera do Leste. Quando os autos foram encaminhados, esse anexo sigiloso não foi enviado. Todos fomos surpreendidos em plenário. O Ministério Público suscitou questão de ordem para que o relatório fosse excluído ou não fosse utilizado”, explicou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.Diante da situação, a magistrada determinou a dissolução do Conselho de Sentença e redesignou o julgamento para o dia 20 de janeiro de 2027, às 8h. Antes da interrupção dos trabalhos, dez testemunhas chegaram a ser ouvidas em plenário.“Com a dissolução do Conselho de Sentença, é designada uma nova data para o julgamento. Um novo conselho será sorteado e as testemunhas arroladas pelo Ministério Público, pela defesa e pela assistência de acusação voltarão a ser ouvidas. O Júri recomeça desde o início, com novo sorteio dos jurados, já que os integrantes do conselho dissolvido tiveram contato direto com os fatos discutidos nesta sessão”, explicou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.O processo apura o assassinato de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, ocorrido em 1º de maio de 2018, em Poxoréu. Conforme a denúncia do Ministério Público, após uma discussão iniciada durante o evento denominado Encontro de Violeiros, a vítima foi perseguida até uma residência, onde foi atingida por disparo de arma de fogo.Respondem ao júri o policial penal Fábio Domingos, acusado de homicídio qualificado por recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima e apontado pelo Ministério Público como autor do disparo fatal; o policial penal Carlos Jesus de Oliveira, denunciado por homicídio qualificado em concurso de pessoas; e Josane Francisca Dias de Souza, denunciada por disparo de arma de fogo.Segundo a acusação, durante a discussão ocorrida no estacionamento da festa, Josane Francisca Dias de Souza, esposa de Fábio Domingos, teria efetuado um disparo que atingiu a lataria do veículo conduzido por Giovanni Henrique Oliveira Lopes.Também figurava entre os denunciados por homicídio qualificado Patrício Francisco Dias, apontado pelo Ministério Público como participante da ação criminosa em concurso de pessoas. O processo em relação a ele, entretanto, foi extinto em razão de seu falecimento.De acordo com a denúncia, após a discussão ocorrida durante a festa, Fábio Domingos, Carlos Jesus de Oliveira e Patrício Francisco Dias teriam seguido a vítima e invadido a residência onde ela se encontrava, apresentando-se como policiais. Conforme a acusação, Giovanni Henrique Oliveira Lopes foi surpreendido dentro do imóvel e atingido por um disparo na cabeça, na frente do filho de 4 anos, na época.Com o adiamento, o caso voltará a ser submetido ao Tribunal do Júri em janeiro do próximo ano, quando um novo Conselho de Sentença será constituído para analisar as acusações formuladas pelo Ministério Público e as teses apresentadas pelas defesas.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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