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1ª Corrida da Core reúne 1,5 mil pessoas no Parque Novo Mato Grosso

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A Polícia Civil promoveu a 1ª Corrida da Core nesse sábado (29.11), no Parque Novo Mato Grosso. Organizado pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), o evento reuniu cerca de 1,5 mil pessoas. Para os participantes, o evento foi um sucesso.

Há mais de dez anos no universo da corrida, o atleta amador Reginaldo Duarte retornou este ano às participações em provas.

“Essa foi a minha quarta prova do ano e achei ela muito bem organizada, principalmente por ser a primeira edição. A questão do apoio aos atletas, a hidratação, alimentação, a camisa é bonita, um bom material e o percurso também, muito bem planejado. Gostei muito, foi bem bacana”, disse o corredor, que garantiu o 2º lugar na classificação geral, na modalidade 5 km, com o tempo de 18min21s.

A atleta amadora Yasmim Aguilera havia deixado de participar de provas, e retornou há sete meses. Ela conta que, desde que retornou, participou de algumas corridas de rua e alcançou o primeiro lugar na classificação geral da Corrida da Core, na modalidade 10 km.

“Minhas últimas provas foram todas de 5 km. A sensação de vencer essa de 10 km foi muito legal”, disse a atleta.

Ela também destacou a organização da prova. “Foi uma corrida muito boa. Foi tudo perfeito, toda estrutura, o percurso muito bom para os corredores, bem plano, muito bom mesmo, gostei muito”, enfatizou a atleta, com grande expectativa para as próximas edições.

Iniciante no universo da corrida, a atleta amadora Lorena Cristina Correia Santana também destacou a organização do evento. “Para uma primeira corrida foi bem emocionante, a equipe organizadora muito motivadora e organização excelente. Sinto que não vou parar só nessa corrida, senti um calor e uma emoção para competir muito grande. Sou mãe e não faço muitos exercícios, sou sedentária, mas me senti viva correndo e irei competir outras vezes”, contou a atleta.


Para o delegado e coordenador da Core, Frederico Murta, o sucesso da prova se deveu ao compromisso institucional que a Polícia Civil desenvolve em todas suas ações.

“A Polícia Civil busca sempre atender a população com excelência. Nossa prova procurou seguir esse mesmo viés”, enfatizou.

Segundo o delegado, o balanço da corrida foi bem positivo.

“Nós estamos bem satisfeitos com a realização do evento. Foi a primeira corrida da unidade. Grande evento da Core, da Polícia Civil. Tudo ocorreu dentro do planejado. A gente conseguiu vender todas as inscrições, a adesão foi bem alta, mesmo sendo no horário da final das Libertadores. Mas acabou dando tudo certo, o evento foi bem tranquilo, sem nenhuma intercorrência. Estamos bem animados para o próximo ano! Que a gente possa repetir isso e entrar de vez para o calendário esportivo de Mato Grosso”, avaliou Murta.

Fonte: Governo MT – MT

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Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes

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Mulher de vestido verde discursa ao microfone para uma plateia de jovens sentados em cadeiras. Uma caixa de som preta está no chão em primeiro plano.A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.

O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.

Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.

“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.

Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.

Foto em plano médio de uma jovem negra de cabelos cacheados curtos e óculos de grau, sorrindo suavemente. Ao fundo, uma cortina persiana azul.Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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