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120 autoridades civis e militares são homenageadas com a medalha 190 Anos da Polícia Militar

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Mato Grosso

A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (3.12), a entrega de homenagens a 120 autoridades civis e militares com a condecoração da medalha “190 Anos PMMT”. A solenidade foi realizada no auditório do Comando-Geral da Polícia Militar, em Cuiabá.

A medalha “190 Anos PMMT” é comemorativa e alusiva aos 190 anos da instituição, celebrados em setembro deste ano. A medalha será entregue exclusivamente em 2025 e foi concebida para reconhecer e homenagear personalidades e instituições parceiras pelos relevantes serviços prestados à PM e à Segurança Pública em Mato Grosso.

O comandante-geral adjunto da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel André Wilian Dorileo, fez a abertura do evento e destacou a importância de celebrar a data e por que a escolha pelo número de 190 anos.

“Um número que carrega história, honra e coragem, e que representa o nosso chamado. São três dígitos que se tornam a ponte entre o desespero e o socorro, que simbolizam a confiança de um povo em sua polícia e a esperança nos momentos mais difíceis da vida. Comemorar 190 anos é, além disso, reverenciar todos aqueles que construíram essa instituição, homens e mulheres que dedicaram suas vidas a proteger e servir e a manter viva a essência da nossa farda”, completou o coronel Dorileo.

O coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, também reconheceu a simbologia do número 190 e como a PM está atuando na defesa do cidadão mato-grossense há quase dois séculos.

“Quantas milhares de vidas já não foram salvas através do 190? É um número muito simbólico dentro da nossa corporação, pois sabemos que, quando a população se sente insegura, é no 190 que ela vai pensar. Por isso, estamos concedendo essa medalha para aqueles que, assim como toda a corporação da PM, atuam na segurança, no acolhimento e no amparo da população, protegendo nosso maior bem, que são as pessoas e sua vida”.

O comandante-geral da PMMT também pontuou os avanços históricos conquistados pela instituição em seu atual momento.

“Gostaria de agradecer ao governador Mauro Mendes e ao vice Otaviano Pivetta. Estamos com um ano de gestão juntos, com toda a tropa militar, em todos os municípios do Estado e, juntos, alcançamos resultados importantes na redução de roubos, furtos e homicídios, uma série histórica de redução de crimes nos últimos 10 anos, em um momento em que a população e o Estado cresceram muito. Também tivemos avanços na valorização profissional, destravamos e criamos vagas de promoções, o abono permanência aos policiais, a jornada extraordinária, cursos de formação, tudo isso para que nossos militares se sintam mais preparados e motivados para defenderem a sociedade”, afirmou.

Entre as autoridades agraciadas nesta solenidade estão a senadora da República, Margareth Buzetti; o prefeito de Santa Rita do Trivelato, Volmir Bassani; a juíza de direito Hanae Yamamura de Oliveira; a vereadora de Nova Mutum, Jaiane Santos; os tenente-coronéis e comandantes das unidades especializadas, Fagner Augusto do Nascimento (Ambiental), Hugo Roberto Silva Reis (Bope) e Fábio Alves Ribeiro (Rotam), entre outras autoridades.

Mais homenagens

Em setembro deste ano, foi realizada a primeira entrega da medalha “190 Anos PMMT”, na qual foram condecorados a primeira-dama Virgínia Mendes, secretários de Governo, deputados federais e estaduais, prefeitos, entre outras autoridades. Já em outubro, em uma celebração à “Mulher Policial Militar”, esposas de policiais militares e policiais mulheres foram agraciadas com a honraria.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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