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Viva Maria celebra o Dia Nacional do Rádio

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O programa Viva Maria celebra nesta quinta-feira (25) o Dia Nacional do Rádio, data criada em homenagem a Edgar Roquette-Pinto, considerado o “patrono do rádio brasileiro”.

Roquette-Pinto acreditava no rádio como “a escola dos que não tinham acesso a ela” e foi um dos responsáveis pela fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 1923, que deu origem a atual Rádio MEC, que ao longo de sua história consolidou-se como emissora dedicada à cultura, à música e à educação.

Para marcar a data, o programa recebeu o gerente executivo das Rádios Nacional e MEC, Thiago Rigotto, que destacou o pioneirismo do rádio, sua contribuição para a democratização da informação e o protagonismo das mulheres em sua trajetória. Entre elas, nomes como Edna Savaget e Ismênia dos Santos, que abriram caminho para a presença feminina nos microfones — em programas, radionovelas e na música.

O bate-papo também refletiu sobre os novos tempos, em que o rádio se reinventa diante das tecnologias digitais – podcasts, emissoras online, lives e plataformas de streaming. Para Rigotto, essa adaptação só confirma a força e a vitalidade do meio:

“O rádio não vai morrer. O que muda são os hábitos, mas a essência do rádio continua viva em cada ouvido conectado.”


Fonte: EBC Cultura

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Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

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A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

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